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quinta-feira, 20 de julho de 2017

Brasil líder no ranking dos consumidores de perfumes no mundo



Em 2011, pela primeira vez, o Brasil foi líder  no ranking dos consumidores de perfumes no mundo. A demanda por profissionais com olfato apurado só cresceu trazendo para o setor  o curso inédito no mundo: Avaliação Olfativa, da Fundação Dorina Nowill. Em 2013 novamente nos tornamos os maiores consumidores, em 2016 chegamos à marca de R$5,7 bilhões de dólares.  A reportagem da BandNews, do dia 19/07/2017, traz este panorama destacando o mercado nacional.

                                   https://youtu.be/wmcv8ZkoyIQ

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Ainda sobre Neuromarketing....


NA MENTE DO CONSUMIDOR

Especialistas abordam a lógica do consumo através da ciência do neuromarketing (Ivelise Buarque)

O admirável mundo do neuromarketing está cada vez mais perto de nós. O filme Minority Report – A Nova Lei, produzido e dirigido por Steven Spielberg em 2002, antecipou um futuro do mercado de consumo em que uma simples leitura da íris possibilita a identificação do indivíduo, dos seus hábitos e desejos de compra. Naquela época, bem que poderia parecer absurdo, mas esta configuração do mundo não está tão distante da realidade agora, se pararmos para avaliar bem. Afinal, no mundo das tecnologias avançadas cada dia uma novidade chega ao mercado e apresenta novas possibilidades para agências, marcas e organizações.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Ainda sobre a Sephora

A marca chega ao Brasil com grandes expectativas em relação ao mercado brasileiro. Leia no site Valor Luxury Lab sobre o assunto. O blog  Mundo das Marcas traz uma excelente matéria sobre a empresa que é autoridade quando o assunto é beleza. A reportagem publicada no Brasil Econômico mostra a influência no varejo.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Batom aromatizado

Batom é um acessório indispensável, seja para hidratar ou colorir os lábios e quando casado com aroma fica irresistível. A intenção não é tão ingenua, beijar e deixar aquele gostinho de quero mais é proposital. Imagine unir aroma de essências afrodisíacas ao produto? Altamente estimulador!!!! A industria cosmética não descansa e novos produtos já estão disponíveis. Lembrando que o uso de óleos essenciais na composição, além dos benefícios para a pele dos lábios, temos a sensação olfatória que chega ao sistema límbico gerando um estado mental agradável e excitante.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Fifi Awards 2011

Na semana passada, no Lincoln Center, em Nova York, foi realizada a cerimônia de entrega do Fifi Awards 2011, promovido pela The Fragrance Foundation. Considerado o “Oscar da Perfumaria”, na categoria Luxo, ficaram com o troféu o feminino Gucci Guilty e o masculino Bleu de Chanel. Confira as categorias:

quarta-feira, 25 de maio de 2011

As fragrâncias mais vendidas nos EUA.

O NPD Group fez o levantamento das fragrâncias mais vendidas em 2010 nos EUA. As femininas líderes em vendas são:

terça-feira, 2 de novembro de 2010

A AIROMAS faz com que a coleção primavera-verão da PERNAMBUCANAS também seja percebida no ar

A AIROMAS participou da criação de um “telão sensorial” para o estande da Pernambucanas no “Oscar Fashion Days”, em São José dos Campos.


Consciente da importância do marketing sensorial e do conceito comunicacional “ 5D ” (onde além dos sentidos tradicionais - visão e audição - , também o olfato, o paladar e o tato são coerentemente atingidos e estimulados) a PERNAMBUCANAS procurava apresentar um vídeo com os seus novos desenhos, cativando a atenção dos visitantes em mais de “2 sentidos”.
Contratada a AIROMAS, ela inseriu estrategicamente equipamentos no projeto, que fizeram com que os visitantes do estande - além de serem atraídos por impactantes imagens e sons num telão digital gigantesco – se viram surpreendidos por um agradável cheiro de primavera-verão que invadia o ambiente e que “saía do mesmo televisor”.

Com a participação neste projeto, a AIROMAS demonstrou, mais uma vez, a sua liderança na aplicação profissional de “aromas funcionais” para eventos e ações promocionais.

Fonte: AIROMAS
vendas@airomas.com

segunda-feira, 19 de abril de 2010

AS RELAÇÕES EMOCIONAIS COMO ELEMENTO ESTRATÉGICO PARA A CONQUISTA E MANUTENÇÃO DE CLIENTES

O presente artigo estuda as relações intrapessoais, interpessoais e o efeito da conexão emocional entre pessoas que criam produtos ou serviços e pessoas que os consomem. Essa relação decorre da interação humana e da conotação emocional que é transmitida em todos os relacionamentos, indiferentemente nos comerciais. O embasamento teórico das obras consultadas aponta esse foco emocional como condutor de oportunidades, tanto para quem vende como para quem compra. Isso constitui um importante diferencial competitivo das organizações.

Thaís Cordeiro Gomes e Ângela Abi-Sáber

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Focus on olfactory Marketing « The marketing in this world !



01.10.09Focus on olfactory Marketing

The relationship between sensory stimulation and memory was immortalized by the French novelist Marcel Proust, who described a memoir-long flood of memories being triggered by the sensation of a madeleine dunked in tea.

Fonte: http://alexadu.wordpress.com

sábado, 25 de julho de 2009

Making scents of multisensory marketing

Leading European shoe emporium Humanic ducts carefully selected scents through different areas on their shop floor: men make their selection while inhaling the sophisticated aroma of a gentlemen’s club; women breathe in a luxurious and heady floral note; a tropical bouquet enlivens the sports wear section, and in the children’s section, a calming, fruity fragrance prevails.

Sceptics shouldn’t turn their nose up at the suggestion that specific aromas do inspire the urge to splurge in your customers. More and more research reveals a tangible link between a fragrance’s bottom notes and the bottom line.

A study of Café & Co, a European coffee shop, showed the staying power that scent installations had on the customer, encouraging him or her to linger longer and spend more time – and money.

South African marketers are quick to sniff out new trends internationally and climb on the band wagon prematurely, but local marketers are cautioned against merely trying it out as a novel add-on without fully understanding it or creating real value in the lives of your customer.


Leia na integra: http://www.thebrandunion.com/News/Detail/142/MakingScentsOfMultisensoryMarketing

Gary Bryant
Executive Director Consulting Services, The Brand Union, Johannesburg
13 maio 2008

domingo, 21 de junho de 2009

Marketing Olfativo: Cheiro de bons negócios no ar.

Olfatory Marketing: Smell of good business in the air.

http://www.projetosadhoc.com.br/clipping/abimad_entrevista.pdf

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Does Your Marketing Smell?


What does your marketing program smell like? If you have difficulty answering that question, you need to get up to speed on the powerful impact that’s possible by activating your customers’ olfactory nerves. (Web-only marketers won’t have to worry about this yet, but retail marketers and even those who use print media, direct mail, and the like can read on.) We started thinking about this topic while perusing Emotional Branding by Marc Gobe. This book was published in 2001 - before neuromarketing had become a buzzword - but has plenty of insight into brand strategies that tap into the subconscious. When it comes to smells, Gobe thinks every brand should have one. He points out the success of firms who incorporate scent into their branding approach to build a deeper emotional bond with the consumer. Thomas Pink, a London-based shirt seller, scents its stores with “line-dried linen.” Even individual spaces, like sections of a department store or individual displays, may get a scent boost.

Gerald Zaltman, in How Customers Think, notes that, “Olfactory and other sensory cues are hardwired into the brain’s limbic system, the seat of emotion, and stimulate vivid recollections.” Once a scent is embedded in an individual’s brain, even visual cues can cause it to be resurrected and even “experienced,” according to Zaltman: “A TV commercial showing a person savoring the aroma of freshly brewed coffee can trigger these same olfactory sensations in viewers.” Zaltman sees scents as serving in several ways. The can be “memory markers” that help a person recall familiar brands more than unfamiliar ones. They can also change the way we process information; a lemon aroma, for example, can make us more alert. Zaltman speculates that scents of that type could be helpful when introducing a new product.

The Proust Effect. The relationship between sensory stimulation and memory was immortalized by the French novelist Marcel Proust, who described a memoir-long flood of memories being triggered by the sensation of a madeleine dunked in tea. At another point, a bathroom smell brings back another set of recollections. Martin Lindstrom, author of Brand Sense, is an enthusiastic advocate of incorporating the sense of smell into as many aspects of a firm’s marketing as possible. He notes that a study showed that 80% of men and 90% of women reported having vivid, emotion-triggering memories evoked by odor.

In our book review, we described Rolls Royce’s attempt to duplicate the unique aroma of a 1965 Silver Cloud and how they install this smell on the undersides of the car’s seats. Lindstrom ranked firms for excellence in sensory branding, and the top-ranked firm was Singapore Airlines. This relatively small airline has consistently led customer preference surveys, and Lindstrom thinks that is due in part to their consistent sensory branding efforts. They actually had a custom fragrance developed and use it in areas of customer contact. When customers encounter the slightly exotic fragrance, it should evoke memories of past (good) experiences involving the airline.

Scents can affect perception in other ways, too. Lindstrom describes an experiment in which two pairs of identical Nike shoes were evaluated by consumers, one in a room with a floral scent and one with no scent. Fully 84% of the subjects evaluated the sneakers in the scented room as superior.

Bad Smells. All sensory experiences aren’t positive. Lindstrom recounts the results of a sensory survey of U.S. McDonalds customers that found that a third of them thought that the restaurants smelled like stale oil. 42% of British McDonalds customers thought the same, and both groups indicated that this smell diminished their enjoyment of the food. The survey found that other customers liked the smell, and that it made their mouths water. Nevertheless, in the smell category, Burger King consistently outperformed McDonalds. It’s interesting that while usually bad smells are situational and fleeting - scorched coffee, burned food, a rest room that needs attention - in the case of McDonalds, the consistency of the stale oil smell had reached the point of becoming a brand association.

Olfactory Marketing
There are several ways marketers can use the sense of smell to reach customers. The first, and perhaps most significant, is branding. The keys to olfactory branding are consistency and uniqueness. No doubt one reason for Singapore Airline’s sensory branding success is that they developed a unique scent, and then used it consistently for many years. Regular flyers learned what the airline smelled like; more importantly, they unconsciously associated this scent with the rest of the Singapore Airlines experience - lovely attendants, impeccable service, and so on. A brand’s scent need not come out of a spray can - Barnes & Noble has a fairly consistent scent that included crisp new books and Starbucks coffee brewing.

Olfactory product marketing is a bit more straightforward but is still important. In today’s supermarkets, is there any doubt that more rotisserie chickens are sold because of the enticing aroma of roasting chicken that wafts around that area of the store? In that same environment, though, there may be many other aroma marketing techniques in use, either intentionally or not. The coffee section may have a grinder that lets the coffee bean aroma out as it crushes the beans. The cheese department may place samples out where the can tempt both the palate and the nose. Non-food items can benefit from aromas, too - think linen scents in a bedding store, leather scents in clothing and furniture environments, etc.

In any retail setting, controlling the olfactory environment is important. People will associate smells with the store and products. Do you want to be known for stale oil or something else unpleasant? Don’t forget the Nike shoe study in which a pleasant smell entirely unrelated to the product (floral scents and running shoes seem quite disconnected) dramatically increased consumer preference.

Olfactory Dangers. In scents, a little goes a long way. We’ve probably all had the experience of sitting near an olfactorily-challenged septuagenarian who applied a more shots of perfume than were necessary, and it’s not a pleasant experience. Similarly, a fresh-smelling hotel room is a plus; one that seems to have been doused with gallons of air freshener is not only unpleasant, but it begs the question, “What are they covering up?” Some individuals are quite sensitive to fragrances, and may find strong scents very disturbing. In Got Smell? Ads Target Customer Noses, we reported on the abortive effort to sell milk by placing cookie-scented ads in bus shelters. The ads lasted only a day before city authorities forced their removal. The official reason was the objection of the “environmental illness community.”

Scents should be subtle and appropriate to their environment. The smell of fresh-baked chocolate chip cookies would be wonderful in a bakery or coffee shop; in an outdoor bus shelter, the same aroma is rather suspect. Consumers’ brains will process that same information differently. In the bakery, that smell is processed as “real,” while in the bus shelter it’s pegged as “artificial.” Another location-dependent example would be “musty books” - the smell of old paper, dust, and foxed pages would be quite awful for Barnes & Noble or Borders, but might be just the thing to get book collectors and academics salivating at an antiquarian book store.

Summary
Think smell. Check out your products and selling environments, both by direct observation and customer queries. Chances are you have one or more “default” smells, even if you are doing nothing - determine if your default smell is something to build on or something to eliminate. Consider a branding strategy that includes aroma - that may not be appropriate for every situation, but think outside the box. Follow through into both the product and customer contact environment - what do these smell like now, and can they be improved in appeal and/or consistency? Finally, never overdo any kind of scent-based marketing - the customer backlash will outweigh any benefits.

Posted by Roger Dooley under Neuromarketing
http://www.neurosciencemarketing.com

sábado, 13 de junho de 2009

Emoção ajuda a vender

Lojas usam aromas para atrair e lembrar consumidores dos seus produtos.

Silvana Caminiti


A cada dia novas estratégias de marketing surgem no varejo com um só objetivo: atrair o consumidor e reforçar a imagem da empresa com o cliente. Uma das novidades nesse campo é o marketing olfativo, que conquista o cliente pelo cheiro, fazendo com que ele fixe o aroma à marca.

O conceito é simples: quando inspiramos um aroma, o cérebro ativa o sistema límbico, responsável pelas emoções. Sempre que sentir aquele perfume, o consumidor lembrará automaticamente daquele lugar ou produto.

"O consumidor é emocional e a idéia é exatamente aumentar o impulso emocional e diminuir a resistência racional a uma compra", explica o consultor de varejo do Sebrae, Luiz Carlos Martins.

Uma das empresas que oferecem perfumes para serem trabalhados como ferramentas do marketing olfativo é a Biomist Aromasys, que trabalha com 28 diferentes tipos de fragrâncias, com aromas de flores, plantas, frutas e até mesmo de perfumes famosos ou exclusivos, desenvolvido especialmente para esse ou aquele cliente.

O perfume é infundido no ambiente com um aparelho à base de pilhas, em intervalos regulares. Entre os mais de mil usuários do sistema em todo o País, está a Titele, loja de utilidades para o lar, no Largo do Machado, no Rio. Fátima Ferreira, sócia da loja, conta que há cinco meses passou a usar o Angel, um perfume suave, na empresa e que já é possível ver os resultados. "Os clientes quando entram logo notam o aroma e adoram, pois também ajuda a tornar o ambiente mais agradável", diz. .


Outubro/2002
JORNAL O DIA
Negócios de Sucessos

segunda-feira, 11 de maio de 2009

MARKETING OLFATIVO

Marketing Olfativo é uma ferramenta que chegou forte no mercado de varejo, ligado a empresas voltadas para aromatização de ambientes comerciais e residenciais, spas e clinicas de terapias alternativas, alimentícios, impressos, entre outros.Técnica ainda recente e pouco usada no país está se tornando através das novas tecnologias uma realidade no varejo. Trabalha o estímulo do consumo através do centro das emoções (Sistema Límbico) e visa aproximar cliente x marca com apelos institucionais e de identidade olfativa, criando um vinculo de sinergia e empatia com o produto ou empresa. Na área alimentícia,os investimentos em pesquisas demonstram um crescimento de 5% ao ano.
Quando falamos de marca, focamos nossa estratégia no conceito de “marca forte”. A ousadia empreendida tanto por grandes quanto pequenas empresas é que determina e estabelece clientes cativos. Não importa o tamanho da empresa, entender e atender as expectativas do nicho de mercado em que atuam gera fidelização.O primeiro passo com a adoção de uma estratégia de marketing eficaz gera competitividade, preferência do público-alvo e lucro.
O Marketing Olfativo é uma ferramenta que hoje, com uma margem de atuação em torno de 40% do mercado, gera retorno eficaz e rápido, pois trabalha com a emoção e expectativa do público-alvo.

O aroma é um dos componentes que ainda tem um estudo restrito nos ambientes comerciais, mesmo com o interesse de alguns setores que confia neste recurso para atrair clientes. A aromatização ambiental é diferente do perfume dos objetos,pois este é criado para ser a impressão da marca. Em função dos poucos estudos nesta área, as referencias baseiam-se no âmbito da psicologia e da conduta do consumidor , que apontando o aroma como uma característica física do local ou do produto, interfere de modo significativo na permanência ou não do consumidor no local. (Bitner, 1992; Gulas y Bloch, 1995). Os estudiosos do setor baseiam suas analises em três diferentes aspectos: a qualidade do odor (agradável/desagradável), a qualidade do estimulo para provocar respostas e a intensidade (suave/forte).

A analise afetiva tem sido dominante nas investigações, pois abrange as reações mais significativas de rejeição ou aceitação dentro do objetivo proposto. (Levin y McBurney,1986; Takagi, 1989). Os estudos apontam como comprovação dos resultados analisados os registros eletroencéfalograficos e os padrões respiratórios que apontariam em que medida os odores podem afetar os níveis de excitação fisiológica. As dimensões de intensidade se relacionam com reações mais negativas, pois quanto mais intensas mais rejeições foram comprovadas. (Richardson y Zucco,1989). Outros pontos são relevantes nestes estudos, levando-se em consideração que estudos ambientais são em menor escala.

A maior parcela dos estudos tem direcionamentos para os efeitos diretos em pessoas (Baron,1983),produtos (Bone y Jantrania,1992) ou anúncios(Ellen y Bone, 1993). No campo da psicologia se observou que o perfume dos ambientes melhora a avaliação das pessoas observadas, tornando os ambientes mais agradáveis e gerando mais negócios e interação cliente e produto. A qualidade desta relação gera a fidelização , temos cases de sucesso nesta área. O ponto crucial vem do esgotamento ou banalização do perfume, o traria uma reação de “enjôo” pelo odor e este é um ponto também pouco estudada.

A saturação , o período de renovação dentro da mesma nota do aroma que propiciasse uma continuidade do aroma sem que ele perdesse as características ou sua personalidade. Foi comprovado que o retorno de consumidores a locais com aromas agradáveis foi maior que locais sem nenhum aroma. As observações sob o ponto de vista do estabelecimento também diferem para mais modernos, sofisticados, mais organizados, com produtos de melhor qualidade.

A relação entre permanência no estabelecimento e compras efetivas também foram significativas, mesmo que em alguns estabelecimentos está relação não tenha sido comprovada efetivamente.Os estudos também apontam para os resultados nas relações interpessoais (Rotton et al (1978), os estados de humor (Baron, 1990; Ehrlichman y Bastones,1992; Knasko, 1992), os processos cognitivos (Knasko, Gilbert y Sabini, 1990;Lawless, 1991) e a criatividade (Ehrlichmany Bastones, 1992; Knasko, 1992).

“Tese defendida por Leila Nery Souza Triska, na área de Engenharia de Produção, pela Universidade de Santa Catarina, tratou do assunto no ambiente e trabalho avaliando” os odores agradáveis relacionados aos óleos essenciais como possíveis agentes positivos modificadores no comportamento”. Dos cinco casos estudados, 4 tiveram alterações .

Os cinco casos foram definidos aleatoriamente e cada sujeito instruído nos procedimentos. Os óleos essenciais escolhidos de acordo com cada caso e perfil do sujeito, o processo se eu por via inalatória e por um período de seis semanas.

A cada semana foi feita uma avaliação do procedimento, a partir dos relatos coletados. Os pesquisados tiveram total liberdade para falar sobre os eventos ocorridos durante o processo de observação e os parâmetros considerados para efeito de acompanhamentos foram: a qualidade do sono, o estado de humor, a concentração, o equilíbrio emocional geral, o equilíbrio físico geral, a criatividade e a auto-estima.

As considerações finais abrem um leque para uma avaliação mais aprofundada entre individuo em relação ao seu ambiente e sua interação com a realidade via universo aolfativo. Dentro dos resultados positivos do trabalho, ainda ficam margens para uma área ainda pouco pesquisada no que se refere à interação individuo ambiente de trabalho. Fatores como condições do ambiente de trabalho, tanto internos quanto os externos.

A tese fecha com a seguinte observação: ‘A melhora da qualidade de vida, a proposta de uma maior condição de prazer, além da redução no impacto de situações de stress no cotidiano, são elementos desejados na atual condição humana. A simplicidade de um odor natural de plantas ode suavizar a mente e capacitar o cérebro a se auto-regular por si mesmo.?”“

Fonte: Cybele Fiorotti

IDENTIDADE OLFATIVA / MEMÓRIA OLFATIVA

Em 2002,a Cidade das Ciências e da Indústria de La Villete, em Paris, organizou uma exposição multimídia e sensorial no qual o visitante se torna o próprio agente da mostra.
Através de uma experiência sensorial o visitante passava por um teste que media a importância da memória olfativa e gustativa, confrontando as experiências pessoais aos últimos progressos científicos. O que antes era considerado apenas uma imaginação literária “Síndrome de Proust” *, é hoje, cientificamente comprovado: o olfato intervém de forma significativa na memória autobiográfica; a memória olfativa seria, inclusive o último estágio de proteção da memória.
O visitante tem a oportunidade de entender como seu cérebro estrutura seu pensamento, sua memória e sua identidade. É remetido ao “patrimônio cerebral”, ou seja, levá-lo a evidenciar as relações entre o cérebro e o contexto sensorial afetivo e cultural.
Sabemos hoje que as empresas massificam suas campanhas publicitárias, nos principais meios de comunicação, explorando apenas os sentidos da visão e audição (TV, Rádio, Jornais, Revistas, Outdoor's, Internet, etc.); como também apelam para a publicidade visual nos pontos-de-venda (Cartazes, Banner's, etc.). Porém, o olfato é o sentido mais sensível que possuímos,e o menos explorado pelo marketing.

Visando suprir esta lacuna, americanos e europeus – no final da década de 80 - preocuparam-se em dar mais atenção ao olfato de seus clientes em seus planejamentos de marketing. Passaram a incorporar aos seus produtos aromas agradáveis que pudessem tocar a sensibilidade do consumidor. Visto o êxito alcançado com tal campanha, passaram a adotar - em meados da década de 90 - esta estratégia de aromatização aos ambientes do ponto-de-venda, vinculando produtos e imagem da empresa ao aroma presente no local. Assim surgiu o que chamamos de Marketing Olfativo.

Ainda a muito que se desenvolver e aprimorar no Marketing Olfativo. Porém, algumas poucas empresas especializadas já deram o ponta-pé inicial e hoje conseguem realizar ótimos trabalhos de inovação e diferenciação para seus clientes. Nota-se que no Brasil o Marketing Olfativo está em franca expansão; já na Europa e EUA, se caracteriza como uma tendência varejista, onde dificilmente encontramos um comércio que não possua um sistema de aromatização em suas dependências.

Hoje, o Marketing está na era do relacionamento, e a palavra-chave é personalização. As grandes redes de lojas de cosméticos americanas e européias utilizam no interior de suas lojas aparelhos capazes de transmitir aos clientes transeuntes as fragrâncias de seus produtos, atraindo-os assim pelo olfato para o interior da loja. Os sistemas de aromatização de ambientes também são muito utilizados em feiras e eventos, geralmente em lançamentos de novas linhas de produtos.
A tendência mundial, nos próximos anos, é que todos os ramos de negócios adotem esta ferramenta de Marketing. Trata-se de uma inovação barata que, além de valorizar e personalizar a marca, cria um diferencial na empresa.
Fonte: Cybele Fiorotti