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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

O poder das segmentações do marketing

A disputa pela ocupação do topo do buscador online ficou extremamente onerosa e a concorrência tornou-se mais acirrada.


Não há como negar que o marketing em geral é o grande aliado das empresas para atrair seu público-alvo. Atualmente somos bombardeados diariamente por diferentes campanhas de marketing digital realizadas por meio de e-mails marketing, anúncios e SEO.
Com a amplitude de ações, a disputa pela ocupação do topo do buscador online ficou extremamente onerosa e a concorrência tornou-se mais acirrada, ou seja, fidelizar o cliente é o desafio do momento.
Como sugere o nome, os Programas de Fidelização são constantemente utilizados com o objetivo de aproximar a marca do público, porém a prática requer planejamento e estruturação para alcançar as taxas de retenção de clientes e fugir da movimentação negativa (perda de clientes).

Fonte: Rafael Nasser - Studio D’Essences

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Marketing olfativo faz vendas aumentarem 35% em lojas de Sorocaba

A matéria veiculada no G1, através do canal TV TEM,  traz exemplos do uso eficiente da aromatização ambiental na área do comércio. Os resultados produtivos vem de projetos olfativos planejados para o objetivo traçado no segmento de mercado: comercio, industria ou serviço.



Fonte: G1
Aroma Essencial

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Aesop – O conceito de botica antiga chega ao Brasil

Aesop Saint-Sulpice
Neste mês de novembro será inaugurada na Rua Oscar Freire a mais recente loja de cosméticos que chega ao país – Aesop .  Trazendo o conceito de autenticidade ao conceito de seus produtos, a empresa prima por abrir mão de celebridades e anúncios, levando através dos produtos não uma promessa impossível, mas a consciência de que a manutenção do nosso corpo e saúde é que nos leva ao bem-estar e melhor qualidade de vida.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

ScentAir BBC Feature



O aparelho é da Scent Air, empresa que já foi mencionada em nossos post, mas é interessante ver que o foco da reportagem realizada pela BBC News é saber se o marketing olfativo usado como ferramentas de venda pelas empresas funciona.  A chamada diz: "
Um novo estudo realizado pela BBC News mostra por que as empresas não devem subestimar o poder do perfume quando se trata de percepção, e tomada de decisão do cliente.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Marca Olfativa e Varejo

A criatividade faz parte de uma boa estratégia para atrair clientes ávidos por inovação, bom atendimento e bom preço. Tudo gira em torno de um momento que é crucial : o primeiro contato com o estabelecimento, ou a fidelização dos que já são clientes. Os vários nichos de mercado varejista, além dos recursos visuais e sonoros, agregou a esta estratégia o Aroma, ciente do poder de influenciar o cliente no tempo de permanência no estabelecimento e na decisão de compra, além de ser mais uma opção de negócio lucrativo.Leia mais sobre o assunto no artigo"Olfactive Branding: Retail’s Fragrant Frontier", publicado no BoF, sobre marca olfativa e varejo.

Aroma Essencial

Enviado para o nosso blog por Luz Valor - Valor Luxury Lab.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Utilizando o poder olfativo no direcionamento de vendas no varejo


Conversamos com Jennifer Dublino, COO do Scent Marketing Institute, sobre suas ultimas palestras, e a importância da aromatização de ambientes para o varejo. Temos pontuado aqui sobre os critérios desta nova ferramenta que influencia não só os resultados de vendas, mas sua implicação na percepção sensorial do individuo que entra em contato direto com o produto aromatizador. É interessante perceber que o mercado nos seus vários nichos já adotou a ideia de força influenciadora que este novo recurso trouxe, e da sua aplicabilidade como gerador de resultado. Para os atentos de plantão são vários os eventos nesta área que estarão ocorrendo no próximo ano. É ficar atento às novidades, pesquisas e estudos de mercado, tanto na área de varejo quanto no campo da neurociência. Mantivemos o texto em inglês, fora a tradução, para resguardarmos a fidelidade do original .

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Marketing Olfativo

Matéria sobre Marketing Olfativo que publicamos há alguns anos no site Somos Todos Um e que continua atual. Boa leitura!

Marketing Olfativo é uma ferramenta que chegou forte no mercado de varejo, ligado a empresas voltadas para aromatização de ambientes comerciais e residenciais, spas e clínicas de terapias alternativas, alimentícios, impressos, entre outros. Técnica ainda recente e pouco usada no país está se tornando, através das novas tecnologias, uma realidade no varejo. Trabalha o estímulo do consumo através do centro das emoções (sistema límbico) e visa aproximar o cliente da marca com apelos institucionais e de identidade olfativa, criando um vínculo de sinergia e empatia com o produto ou empresa. Uma realidade na área alimentícia onde os investimentos em pesquisas demonstram um crescimento de 5% ao ano.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Marketing Olfativo está em evolução no mercado corporativo

Outra boa matéria sobre o crescimento do  Marketing Olfativo no mercado corporativo.

"Pesquisa realizada na Alemanha concluiu que o uso de fragrâncias personalizadas em pontos de venda traz inúmeros benefícios”Sâmia Maluf .

Leia matéria no link: http://migre.me/bcj8i

Fonte: http://hermanomota.com.br/

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

quem disse, berenice?

Como você acordou hoje? Uma pergunta que todos nós nos fazemos logo cedo, ou se não fazemos...percebemos de cara os humores. Os aromas são para o nosso sistema olfativo tão importantes quanto o alimento para o nosso corpo. Exagero? Não, não é. A aromaterapia está aí para provar que nossos sentidos olfativos podem passar por mudanças através de aromas como por exemplo da lavanda, da bergamota, do sândalo, entre outros. Por esta razão, em muitas ocasiões nos sentimos incomodadas quando determinado perfume fica agressivo à nossa percepção, irritante mesmo. A delicadeza das criações tem levado perfumistas a buscar cada vez mais o principio transformador destas essências, e sua influência no trato emocional das pessoas. Daí a pergunta acima torna-se relevante quando ao pular da cama você diz: "nossa, hoje estou com a corda toda......, ou ao contrario, diz: que dia será hoje? E tudo começa no banho, na finalização com o óleo corporal onde nada melhor do que agregar o perfume escolhido. O dia já muda de cor e sabor.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Aromas temáticos


O uso de aromas para eventos sociais e empresariais já não é uma novidade e vem crescendo a cada ano no Brasil.

A “Makro Extravaganza" , uma das feiras mais visitadas no Brasil no segmento de soluções e conteúdos para operadores de “food service” e do pequeno varejo, adotou este ano a aromatização com três diferentes aromas temáticos desenvolvidos pela Airomas : chocolate ao leite, canela com maçã e cheirinho de pão "saindo do forno" - ícone dos eventos gastronômicos - foram os aromas difundidos, formando  um túnel multissensorial e despertando o desejo de degustar os produtos que estavam sendo preparados. Nossos sentidos químicos são importantes neste processo tornando nosso ritual alimentar em um evento único, daí a importância de saborearmos não só pelo tato , visão ou degustação, mas pelo sentido do olfato que marca a memória e torna a experiência indescritível.

Fonte: Airomas Brasil


sábado, 23 de outubro de 2010

Confundindo o sentido do olfato.


Quando o excesso de aromas interfere na resposta emocional do consumidor, o resultado é o conflito entre a reação de repulsa à marca ou o transtorno que causa ao ambiente com a super exposição. A analise do que esta ação pode causar está muito bem alinhavada nesta matéria.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Matéria interessante realizada em 2003 sobre "Aromas que vendem "

Cheiro bom

Atuando diretamente sobre as emoções dos clientes, o marketing olfativo evoluiu e se transformou em importante ferramenta para o negócio.



Leia matéria completa aqui.

Aroma Essencial.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Marketing Sensorial

A utilização de cheiros em ambientes de varejo não é algo novo, mas seu estudo e
personalização o são. Algumas lojas trabalham com a comercialização de suas fragrâncias. Aromas esporádicos, antes utilizados nas lojas, deram lugar as fragrâncias feitas especialmente para cada estabelecimento, de acordo com suas características físicas, com o público e especialmente com o objetivo principal da loja: vender. Alguns aromas são utilizados para determinação do comportamento do cliente dentro da loja, outros para criar uma maior identificação com a marca e ainda os que agregam valor e diferencial à loja.  “Imagine a sensação de respirar fundo ao caminhar por um campo florido. Mentalize que está passeando em um pomar ensolarado. Recorde-se das deliciosas fragrâncias. Lembre-se do delicioso perfume de um café recém feito.  Que tal experimentar essa sensação ao entrar em sua loja, empresa ou evento? O marketing olfativo já vem sendo utilizado em países do mercado europeu, nos EUA e em alguns países asiáticos como o Japão e Coréia. Estas regiões foram precursoras de estudos e pesquisas com fragrâncias e registraram resultados surpreendentes, o que incentivou a sua utilização como recurso de atração e fidelização de público”.

Uma fragrância chama positivamente a atenção, causa uma boa impressão ao local, reforça os atributos de um produto ou marca, dá uma assinatura olfativa a um empreendimento, a uma etiqueta ou a uma marca, cria uma atmosfera olfativa em conjunto com as cores, sons, texturas, etc.  A fragrância sendo bem escolhida e trabalhada de forma específica pode transformar a experiência de compra em um momento inesquecível, porque:  O olfato aparece como sendo o sentido mais fortemente manipulável, os odores se fixam no cérebro humano de forma extremamente duradoura. Eles são armazenados no nível do sistema límbico, sob a forma de emoções ligadas ao contexto no qual marcaram o sujeito. Se sentir novamente estes odores, a pessoa revive aquilo que vivenciou anteriormente. (Duchos apud Schmidt (2000:42), em recente pesquisa sobre marketing olfativo).

Além de proporcionar uma lembrança imediata do momento vivido, uma boa composição olfativa é capaz de atrair a atenção do cliente, podendo aumentar o tráfego no estabelecimento, a velocidade de visitação, o tempo de permanência dentro da loja, despertar a fome e até a libido. Com a comunicação olfativa é possível devolver ao consumidor cheiros que ele deixou se sentir seja por causa da poluição ambiental ou da adoção de embalagens a vácuo.
(Eduardo Caritá. http://empresas.globo.com/Empresasenegocios).

Diferentemente do que supõe a maioria, a aplicação das novas tecnologias olfativas não se restringe à indústria alimentícia ou cosmética. As montadoras de automóveis há tempos encomendam “cheiros de carro novo” que atendam às expectativas de seus consumidores. “Na Europa, o que agrada é basicamente a mistura de couro e tinta. Já no Brasil é a combinação de vinil, plástico e borracha. Cada vez mais a indústria, o varejo e os prestadores de serviço estão buscando um aroma próprio para fixar a imagem”. (fonte: Kátia Simões, http://empresas.globo.com/Empresasenegocios).

O marketing olfativo difere de outros que também utilizam os sentidos por suas características únicas e peculiares. Uma de suas grandes importâncias e contribuições seja a permanência de seu impacto no consumidor (uma pessoa pode vivenciar até 10.000 cheiros diferentes e lembrar-se da maioria deles) e a mudança no comportamento que poderá causar determinado pelo cheiro (alguns aromas têm um efeito tranqüilizador e também agitador). E essas características olfativas proporcionam um domínio de ações dos consumidores, podendo influenciar em sua permanência na loja, sua percepção da loja e o impacto em suas lembranças, tornando-a positiva na maioria das vezes.

A propaganda já descobriu o marketing olfativo há algum tempo. No Natal de 2001, a Bauducco espalhou o aroma de panetone em 32 salas de cinema de São Paulo, enquanto imagens do produto eram exibidas no telão, antes de o filme começar. Nos supermercados, a preocupação inicial era diminuir o incômodo cheiro de peixe. Depois, passaram a colocar aromas, como os de cravo e baunilha, que deixassem o cliente com fome durante as compras.
(MAÍRATERMERO,http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG62085-6014,00.html)

Nada é mais eficiente para engatilhar uma emoção que o olfato. É só ter contato com um odor que lembre alguma coisa boa, que não tem erro: a emoção volta, causando felicidade. Segundo pesquisas recentes, esse poder dos odores pode ser usado para deixar os consumidores mais vorazes, e os comerciantes mais ricos. O psicólogo Eric Spangenberg e sua equipe, da Universidade de Washington, fizeram um estudo sobre isso numa loja de roupas. Eles impregnaram o ar de lá com um cheiro “feminino”, de baunilha, e a venda de saias, blusinhas e vestido dobrou. Depois fizeram a mesma coisa usando um odor “macho”, amadeirado. E o que duplicou foi a venda de roupas masculinas. Em outra experiência da Universidade de Nova Jersey, espalharam um cheiro cítrico “prazeroso”, segundo os pesquisadores, num shopping canadense. E foram conversar com as pessoas enquanto elas faziam suas compras. Então dividiram os entrevistados em dois grupos: o dos “contemplativos”, que só vão ao shopping para comprar algo que já tinham planejado, e os “impulsivos”. Neste ultimo grupo, o odor não surtiu efeito. Mas no dos contemplativos foi bem diferente: eles gastaram 14% a mais em comparação com os que não tinham sido expostos ao perfume. E a coisa vai mais longe. Um estudo da Universidade de Zurique, na Suíça, mostrou que as pessoas tendem a confiar cegamente nas outras quando inalam um hormônio chamado ocitocina (liberado durante o orgasmo).
 
Fonte: Revista Super Interessante - artigo Poção da Gastança, edição 238, pag. 41. Abril 2007

quinta-feira, 16 de julho de 2009

O Marketing Sensorial da Musica do Aroma e da Visão Envolve e Fideliza o Cliente

30 de maio de 2009

O Marketing Sensorial desperta emoções no consumidor e com o despertar destas emoções cria-se uma relação muito forte com a marca, o produto e o ambiente.

Pesquisas de psicólogos relacionadas á ambiente sugerem que o consumidor reage basicamente de duas formas excludentes: aproximação ou repulsão (Meharabian & Russell in Bitner, 1992).

Claramente, as empresas pretendem desenvolver um ambiente em que prevaleça a função de aproximação, e para tanto devem atentar-se para as características do cenário.

Dentre os múltiplos estímulos do ambiente a que o consumidor pode estar exposto, como temperatura, odor, luz e barulho, a música ambiente foi identificada como uma das mais prontamente manipuláveis e influentes (Milliman, 1982, 1986). A música, direta ou indiretamente através das emoções, pode influenciar um comportamento de aproximação do consumidor dentro do ambiente de serviços, tornando possível até mesmo a conquista de objetivos de marketing como construção de relacionamento.

Se um cliente visitar uma loja de roupa onde é difundido um aroma agradável, conjugado com uma musica de fundo adequada ou programada de acordo com o público alvo e um visual não agressivo, cria-se um ambiente propicio para a compra; o cliente permanece mais tempo por visita e volta mais vezes, pois ali lhe lembra algo e fica gravado no seu cérebro a sensação de bem estar e emoção.

Sem muitos custos podermos identificar o tipo de cliente, qual aroma mais agradável e adequado, a musica, a decoração do ambiente sob pena de provocarmos o efeito contrário, não deixando esta tarefa ao gosto dos vendedores que na grande maioria das vezes difere do seu público.

A musica em ambientes como supermercados, livrarias, roupas, devem ser mais suaves, para que os clientes passe mais tempo dentro do estabelecimento. Já em lugares em que há uma rotatividade maior de clientes, é aconselhável uma música mais acelerada.

Aromas como bolo, pão, chocolate, café, cria um ambiente familiar, o que deixa as pessoas mais à vontade. Segundo pesquisa encomendada pela Nike, 84% dos consumidores dispõem-se mais a comprar um par de calçados quando são influenciados por um aroma floral misto. O aroma sempre deve estar, de alguma forma, ligado ao produto oferecido. Não se pode colocar, numa loja de artigos esportivos, um aroma de pão quente, por exemplo.

Outro exemplo é o cheiro das castanhas glasseadas ou caramelizadas, que encontramos nos aeroportos, shoppings e outros ambientes relativamente fechados e de grande circulação e vamos atrás do aroma em busca de satisfazer uma necessidade criada pelo nosso cérebro.

Quando inspiramos um aroma, o cérebro ativa o sistema límbico, responsável pelas emoções. O cheiro fica na memória e geralmente é associado a lugares, pessoas e momentos. No caso do marketing, ele é uma poderosa arma competitiva já que uma fragrância chama atenção positivamente. Ela causa uma boa impressão ao local, reforça os atributos de um produto ou marca, dá uma assinatura olfativa a um empreendimento, entre outras funções.

O repertório olfativo tem uma permanência na memória das pessoas maior que a visual. A imagem fixa-se apenas por alguns meses. Já o cheiro fica por anos, sobretudo se houver um envolvimento emocional entre a sua marca e o cliente, como um bom atendimento, por exemplo.

A visão é um dos sentidos mais explorados pelos profissionais da área. Cores, formatos e tamanho de logos são escolhidos de maneira minuciosa, para não causar nenhum tipo de aversão junto aos consumidores. A arquitetura é uma ótima opção dentro dessa estratégia, mas é a menos utiliza.

Cuidado com o excesso de cores e imagens. Evite a poluição visual. O produto deve ter destaque sem que as muitas mensagens venham a confundir o seu público-alvo.

Além de todos esses detalhes não se esqueça do brinde de uso pessoal, este irá acompanhar por muito tempo o cliente.

Autor: Cláudio Raza; Economista, Contador, Pós-Graduado em Gestão de Pessoas para Negócio, Palestrante, Mestrando em Educação, Administração e Comunicação, com ênfase em Políticas Públicas, Professor Universitário da Uninove, parceiro do Núcleo de Desenvolvimento Profissional da Câmara Alemã, Instrutor de cursos do CIESP-Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, 2 livros publicados sobre Gestão e Capacitação de Empresas, mais de 35 anos assessorando empresas.
site: www.razaconsulting.com.br e E-mail: c.raza@terra.com.br

Aroma na loja incentiva o consumismo -

Varejistas buscam fixar sua marca e causar bem-estar nos clientes através do marketing olfativo.
Por Raquel Rezende

Eluza Muller, da Planetta: "Além de aromatizar a loja e causar bem-estar aos clientes, vendo em média 200 unidades por mês do aromatizador"Causar sensação de bem-estar e incentivar o consumo através do cheiro faz com que algumas lojas personalizem uma fragrância para marcar seu ponto-de-venda. Essa ferramenta de marketing, já usada há algum tempo nos Estados Unidos e Europa, conquistou o mercado brasileiro e cada vez mais desperta interesse de lojistas catarinenses que buscam um diferencial para agregar valor aos produtos.

De acordo com Cláudia Tarragô, com formação em química e especializada em aromas há 10 anos, o olfato é o principal dos cinco sentidos e o cheiro vai direto para a memória olfativa. "Podemos guardar cerca de 10 mil aromas. E nesse contexto, a memória olfativa tem o poder de atrair o cliente e mantê-lo na loja sem ele saber o porquê", explica. A química cita o case de marketing olfativo da Nike. "A Nike montou duas lojas, em uma delas havia aroma e na outra não, e foi comprovado que a loja aromatizada vendeu mais que a outra", afirma.

A profissional era a responsável química da fábrica Hanauer Laboratórios, em Porto Alegre (RS), e mudou-se para Florianópolis para abrir com o marido a empresa Aromas do Sul, que desenvolve cheiros para estabelecimentos comerciais. A empresa começou com aromatizadores para farmácias de manipulação. Foi dessa forma que Eluza Branco Muller, proprietária das lojas Planetta, localizada em Florianópolis (SC), conheceu o trabalho de Cláudia e pediu para ela elaborar um aroma frutal. "Já na primeira vez que senti a essência, gostei e achei que combinou com a loja", afirma Eluza.

Fonte: http://www.aemflo-cdlsj.org.br/index.php?option=content&task=view&id=1456

Marketing Olfativo - Cases

Normalmente quando se contrata uma empresa especializada em aromatização a pergunta é: “A aromatização fará com que o consumidor compre mais o meu produto?”.
Bem, vamos entender um pouco mais sobre o uso de aromatizantes como estratégia de marketing. Que pode ser usado tanto em lojas de sapatos e roupas, como em lojas de produtos alimentícios. Veremos a forma que é usado em cada uma delas e qual o retorno esperado.
Cada segmento possui uma peculiaridade específica e por isso, em cada tipo de loja é adotada uma estratégia diferente. No caso das lojas de roupas e calçados, o ambiente aromatizado não vai fazer com que o consumidor compre mais, contudo existem outras formas de conseguir lucros com a aromatização. A primeira coisa a ser feita é escolher a
fragrância certa para o local, sempre tendo como foco o público-alvo da loja. Como ela agradará ao cliente, ele sentirá um maior prazer em permanecer na loja, ficando na mesma mais tempo do que realmente passou em um ponto de venda não perfumado que, fenômeno chamado de “Spatio-Temporal”. Assim, o vendedor da loja pode realizar o seu trabalho com maior precisão e tempo, tendo como resultado o aumento do ticket médio da loja.
Existem outras formas de usar o marketing olfativo em lojas de roupas e calçado e as grandes marcas perceberam isso, investindo no desenvolvimento de um logo olfativo para suas lojas. Com isso, além do cliente permanecer mais tempo no local, é criado um vínculo com a marca. Assim, toda vez que a marca fizer um evento e aromatizá-lo, entregar uma mala direta aromatizada, entre outras coisas, o cliente vai associar a fragrância à marca.
Também temos casos em que o cliente usa a fragrância para criar uma atmosfera única, que é somada à decoração da loja. Observando os casos citados, notamos que o marketing olfativo tem uma forte contribuição para a valorização da marca, um grande apelo emocional, além de auxiliar os vendedores na hora de executarem suas vendas. Agora conto como o marketing olfativo pode influenciar diretamente no aumento das vendas de determinados produtos. São dois os casos mais comuns onde o uso de uma fragrância aumenta as vendas de um produto: quando trabalhamos com produtos alimentícios e quando usamos uma fragrância como demonstração de um perfume.

Fonte: http://blogdacasaumc.wordpress.com/2009/04/20/marketing-olfativo/

segunda-feira, 11 de maio de 2009

IDENTIDADE OLFATIVA / MEMÓRIA OLFATIVA

Em 2002,a Cidade das Ciências e da Indústria de La Villete, em Paris, organizou uma exposição multimídia e sensorial no qual o visitante se torna o próprio agente da mostra.
Através de uma experiência sensorial o visitante passava por um teste que media a importância da memória olfativa e gustativa, confrontando as experiências pessoais aos últimos progressos científicos. O que antes era considerado apenas uma imaginação literária “Síndrome de Proust” *, é hoje, cientificamente comprovado: o olfato intervém de forma significativa na memória autobiográfica; a memória olfativa seria, inclusive o último estágio de proteção da memória.
O visitante tem a oportunidade de entender como seu cérebro estrutura seu pensamento, sua memória e sua identidade. É remetido ao “patrimônio cerebral”, ou seja, levá-lo a evidenciar as relações entre o cérebro e o contexto sensorial afetivo e cultural.
Sabemos hoje que as empresas massificam suas campanhas publicitárias, nos principais meios de comunicação, explorando apenas os sentidos da visão e audição (TV, Rádio, Jornais, Revistas, Outdoor's, Internet, etc.); como também apelam para a publicidade visual nos pontos-de-venda (Cartazes, Banner's, etc.). Porém, o olfato é o sentido mais sensível que possuímos,e o menos explorado pelo marketing.

Visando suprir esta lacuna, americanos e europeus – no final da década de 80 - preocuparam-se em dar mais atenção ao olfato de seus clientes em seus planejamentos de marketing. Passaram a incorporar aos seus produtos aromas agradáveis que pudessem tocar a sensibilidade do consumidor. Visto o êxito alcançado com tal campanha, passaram a adotar - em meados da década de 90 - esta estratégia de aromatização aos ambientes do ponto-de-venda, vinculando produtos e imagem da empresa ao aroma presente no local. Assim surgiu o que chamamos de Marketing Olfativo.

Ainda a muito que se desenvolver e aprimorar no Marketing Olfativo. Porém, algumas poucas empresas especializadas já deram o ponta-pé inicial e hoje conseguem realizar ótimos trabalhos de inovação e diferenciação para seus clientes. Nota-se que no Brasil o Marketing Olfativo está em franca expansão; já na Europa e EUA, se caracteriza como uma tendência varejista, onde dificilmente encontramos um comércio que não possua um sistema de aromatização em suas dependências.

Hoje, o Marketing está na era do relacionamento, e a palavra-chave é personalização. As grandes redes de lojas de cosméticos americanas e européias utilizam no interior de suas lojas aparelhos capazes de transmitir aos clientes transeuntes as fragrâncias de seus produtos, atraindo-os assim pelo olfato para o interior da loja. Os sistemas de aromatização de ambientes também são muito utilizados em feiras e eventos, geralmente em lançamentos de novas linhas de produtos.
A tendência mundial, nos próximos anos, é que todos os ramos de negócios adotem esta ferramenta de Marketing. Trata-se de uma inovação barata que, além de valorizar e personalizar a marca, cria um diferencial na empresa.
Fonte: Cybele Fiorotti

quarta-feira, 6 de maio de 2009

NOTAS!!!!

Link interessante sobre o poder dos aromas no varejo.
http://www.riosul.com.br/images/vitrine_aromas.pdf

Site do Sense of Smell Institute
http://www.senseofsmell.org/index.php

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Marketing do Olfato

Anunciantes não vêem a hora de lucrar com a ligação entre o olfato, a memória e o humor. Corretoras de imóveis há tempos usam o marketing do olfato como uma maneira de relaxar os clientes. Os vendedores colocam bolos ou biscoitos sobre balcões para fazer a casa parecer mais confortável e habitável. Mas como um corretor de imóveis não tem tempo para assar muitos bolos, empresas que vendem sistemas de marketing de aromas estão surgindo. Construtoras, hotéis, lojas e fabricantes de carros estão se voltando aos aromas customizados para ajudar a criar um bom humor e talvez até uma boa impressão.

O marketing do olfato é o mais recente truque para se destacar na barragem visual e auditiva que domina a propaganda. Estes cheiros, no entanto, estão longe dos cheiros fortes de incenso e patchouli em uma joalheria; são sutis e quase imperceptíveis para os farejadores inconscientes. Os desenvolvedores usam odores cuidadosamente afinados para seduzir os clientes com uma sensação de bem-estar. Lojas que vendem sapatos ou camisas, itens não associados com um odor, formulam aromas de hera ou linho. Algumas empresas buscam desenvolver um "aroma de marca", algo que os clientes associariam com a empresa assim como uma logomarca.

Sarah Dowdey. "HowStuffWorks - Como funciona o olfato". Publicado em 29 de outubro de 2007 http://saude.hsw.uol.com.br/cheiro4.htm (18 de outubro de 2008)

Aroma Essencial.