O Branding Olfativo no Brasil é uma terminologia recente, mas além de nossas fronteiras é realidade nas grandes indústrias dos Aromas.
Rede sobre Marketing Olfativo e Identidade Olfativa. Reúne informação e busca ampliar a discussão sobre o tema. Olfactory Marketing Network and olfactory identity. Gathers information and seeks to expand the discussion on the topic.
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quarta-feira, 22 de junho de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
As fragrâncias mais vendidas nos EUA.
O NPD Group fez o levantamento das fragrâncias mais vendidas em 2010 nos EUA. As femininas líderes em vendas são:
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Scent Marketing Institute demostra seis causas para a não realização de negócios
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quinta-feira, 16 de julho de 2009
Marketing Olfativo - Cases
Normalmente quando se contrata uma empresa especializada em aromatização a pergunta é: “A aromatização fará com que o consumidor compre mais o meu produto?”.
Bem, vamos entender um pouco mais sobre o uso de aromatizantes como estratégia de marketing. Que pode ser usado tanto em lojas de sapatos e roupas, como em lojas de produtos alimentícios. Veremos a forma que é usado em cada uma delas e qual o retorno esperado.
Cada segmento possui uma peculiaridade específica e por isso, em cada tipo de loja é adotada uma estratégia diferente. No caso das lojas de roupas e calçados, o ambiente aromatizado não vai fazer com que o consumidor compre mais, contudo existem outras formas de conseguir lucros com a aromatização. A primeira coisa a ser feita é escolher a
fragrância certa para o local, sempre tendo como foco o público-alvo da loja. Como ela agradará ao cliente, ele sentirá um maior prazer em permanecer na loja, ficando na mesma mais tempo do que realmente passou em um ponto de venda não perfumado que, fenômeno chamado de “Spatio-Temporal”. Assim, o vendedor da loja pode realizar o seu trabalho com maior precisão e tempo, tendo como resultado o aumento do ticket médio da loja.
Existem outras formas de usar o marketing olfativo em lojas de roupas e calçado e as grandes marcas perceberam isso, investindo no desenvolvimento de um logo olfativo para suas lojas. Com isso, além do cliente permanecer mais tempo no local, é criado um vínculo com a marca. Assim, toda vez que a marca fizer um evento e aromatizá-lo, entregar uma mala direta aromatizada, entre outras coisas, o cliente vai associar a fragrância à marca.
Também temos casos em que o cliente usa a fragrância para criar uma atmosfera única, que é somada à decoração da loja. Observando os casos citados, notamos que o marketing olfativo tem uma forte contribuição para a valorização da marca, um grande apelo emocional, além de auxiliar os vendedores na hora de executarem suas vendas. Agora conto como o marketing olfativo pode influenciar diretamente no aumento das vendas de determinados produtos. São dois os casos mais comuns onde o uso de uma fragrância aumenta as vendas de um produto: quando trabalhamos com produtos alimentícios e quando usamos uma fragrância como demonstração de um perfume.
Fonte: http://blogdacasaumc.wordpress.com/2009/04/20/marketing-olfativo/
Bem, vamos entender um pouco mais sobre o uso de aromatizantes como estratégia de marketing. Que pode ser usado tanto em lojas de sapatos e roupas, como em lojas de produtos alimentícios. Veremos a forma que é usado em cada uma delas e qual o retorno esperado.
Cada segmento possui uma peculiaridade específica e por isso, em cada tipo de loja é adotada uma estratégia diferente. No caso das lojas de roupas e calçados, o ambiente aromatizado não vai fazer com que o consumidor compre mais, contudo existem outras formas de conseguir lucros com a aromatização. A primeira coisa a ser feita é escolher a
fragrância certa para o local, sempre tendo como foco o público-alvo da loja. Como ela agradará ao cliente, ele sentirá um maior prazer em permanecer na loja, ficando na mesma mais tempo do que realmente passou em um ponto de venda não perfumado que, fenômeno chamado de “Spatio-Temporal”. Assim, o vendedor da loja pode realizar o seu trabalho com maior precisão e tempo, tendo como resultado o aumento do ticket médio da loja.
Existem outras formas de usar o marketing olfativo em lojas de roupas e calçado e as grandes marcas perceberam isso, investindo no desenvolvimento de um logo olfativo para suas lojas. Com isso, além do cliente permanecer mais tempo no local, é criado um vínculo com a marca. Assim, toda vez que a marca fizer um evento e aromatizá-lo, entregar uma mala direta aromatizada, entre outras coisas, o cliente vai associar a fragrância à marca.
Também temos casos em que o cliente usa a fragrância para criar uma atmosfera única, que é somada à decoração da loja. Observando os casos citados, notamos que o marketing olfativo tem uma forte contribuição para a valorização da marca, um grande apelo emocional, além de auxiliar os vendedores na hora de executarem suas vendas. Agora conto como o marketing olfativo pode influenciar diretamente no aumento das vendas de determinados produtos. São dois os casos mais comuns onde o uso de uma fragrância aumenta as vendas de um produto: quando trabalhamos com produtos alimentícios e quando usamos uma fragrância como demonstração de um perfume.
Fonte: http://blogdacasaumc.wordpress.com/2009/04/20/marketing-olfativo/
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segunda-feira, 25 de maio de 2009
DADOS ATUALIZADOS EM VENDAS DIRETAS
Setor de vendas diretas fecha 2008 longe da crise
Com o crescimento nominal de 14,1% setor movimentou R$ 18,5 bilhões no ano
Os efeitos da crise econômica não foram sentidos no mercado de vendas diretas. É o que revela o balanço anual da Associação Brasileira de Vendas Diretas (ABEVD), confirmando a expectativa do mercado por pouca repercussão da crise no setor. De outubro a dezembro de 2008, o setor obteve crescimento real de 8,7%, movimentando R$ 5,5 bilhões.
O setor encerra o ano com um contingente de 2 milhões de revendedores ativos pelo Brasil, superando em 7,2% a marca obtida há um ano. Essa expansão do canal paralela ao aumento da venda média de cada revendedor em 6,4% são apontados como os principais fatores a alavancar o resultado do setor.
No último trimestre de 2008, foram comercializados 444 milhões de itens, incluindo produtos e serviços, sendo este um resultado 12,5% superior a igual período do ano anterior. A ABEVD observa ainda a elevação do tamanho da cesta em itens de cada revendedor o que é um excelente resultado para os milhares de revendedores que entraram no setor em 2008. Nos últimos 12 meses, foram vendidos mais de 1,5 bilhão de itens, um crescimento de 11,3%.
A acentuada desaceleração da atividade econômica do País contrasta com o crescimento do setor de vendas direta. De acordo com o IBGE, as vendas do comércio no País no quarto trimestre de 2008 apresentaram retração de 2,3% na comparação com o terceiro. Do outro lado, o balanço anual da ABEVD mostra que o faturamento bruto do setor cresceu mais de 12% no quarto trimestre, se comparado com o terceiro.
Segundo Lírio Cipriani, presidente da ABEVD, o setor tende a ser poupado pela crise no curto e no médio prazo. "Estamos ansiosos para ver os números do 1º trimestre de 2009, mas as vendas diretas não apresentam sinais de impacto diante da crise financeira mundial, talvez pelo fato de não operarmos com base no crédito", analisa Lírio.
Em outubro, na cerimônia de posse de Andréa Jung como nova presidente da Federação Mundial de Associações de Vendas Diretas, a executiva encorajou as empresas a encararem a crise como uma oportunidade, uma vez que mais pessoas tendem a buscar alternativas de renda e, como sabido, as vendas diretas são comumente utilizadas nesse sentido, graças à flexibilidade e à autonomia características do negócio.

Fonte: www.abevd.org.br.
Com o crescimento nominal de 14,1% setor movimentou R$ 18,5 bilhões no ano
Os efeitos da crise econômica não foram sentidos no mercado de vendas diretas. É o que revela o balanço anual da Associação Brasileira de Vendas Diretas (ABEVD), confirmando a expectativa do mercado por pouca repercussão da crise no setor. De outubro a dezembro de 2008, o setor obteve crescimento real de 8,7%, movimentando R$ 5,5 bilhões.
O setor encerra o ano com um contingente de 2 milhões de revendedores ativos pelo Brasil, superando em 7,2% a marca obtida há um ano. Essa expansão do canal paralela ao aumento da venda média de cada revendedor em 6,4% são apontados como os principais fatores a alavancar o resultado do setor.
No último trimestre de 2008, foram comercializados 444 milhões de itens, incluindo produtos e serviços, sendo este um resultado 12,5% superior a igual período do ano anterior. A ABEVD observa ainda a elevação do tamanho da cesta em itens de cada revendedor o que é um excelente resultado para os milhares de revendedores que entraram no setor em 2008. Nos últimos 12 meses, foram vendidos mais de 1,5 bilhão de itens, um crescimento de 11,3%.
A acentuada desaceleração da atividade econômica do País contrasta com o crescimento do setor de vendas direta. De acordo com o IBGE, as vendas do comércio no País no quarto trimestre de 2008 apresentaram retração de 2,3% na comparação com o terceiro. Do outro lado, o balanço anual da ABEVD mostra que o faturamento bruto do setor cresceu mais de 12% no quarto trimestre, se comparado com o terceiro.
Segundo Lírio Cipriani, presidente da ABEVD, o setor tende a ser poupado pela crise no curto e no médio prazo. "Estamos ansiosos para ver os números do 1º trimestre de 2009, mas as vendas diretas não apresentam sinais de impacto diante da crise financeira mundial, talvez pelo fato de não operarmos com base no crédito", analisa Lírio.
Em outubro, na cerimônia de posse de Andréa Jung como nova presidente da Federação Mundial de Associações de Vendas Diretas, a executiva encorajou as empresas a encararem a crise como uma oportunidade, uma vez que mais pessoas tendem a buscar alternativas de renda e, como sabido, as vendas diretas são comumente utilizadas nesse sentido, graças à flexibilidade e à autonomia características do negócio.

Fonte: www.abevd.org.br.
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