Mostrando postagens com marcador negócios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador negócios. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Vendas diretas em crescimento, dados Euromonitor



A Revista H&C publicou  pesquisa da Euromonitor sobre o crescimento das vendas diretas no mercado mundial projetado em 11,5% até 2021 : "A empresa global de pesquisa de mercado lançou um novo relatório destacando o crescimento das vendas diretas mesmo com o boom do e-commerce. De acordo com esse material, as vendas diretas crescerão 11,5% globalmente até 2021, sendo impulsionada pelas regiões emergentes. Os novos dados da Euromonitor International indicam que os maiores crescimentos nos próximos cinco anos virão do Oriente Médio e África (7% crescimento média por ano), Ásia (3% crescimento média por ano) e América Latina (2,5% crescimento média por ano)." Leia na integra.

Fonte: Revista H&C , Euromonitor.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

L´Occitane traz o sul da França para São Paulo


Inaugurada no último dia 9, no Shopping Iguatemi, zona sul de São Paulo, esta primeira loja  experimental do mundo da empresa conta com design que remete ao sul da França e estimula a sensação do que a região oferece. Leia a matéria na integra no site Cosmetic Innovation.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

O que foi notícia em 2015 - Balanço com algumas das matérias de destaque.


Um ano que não vamos esquecer. Principalmente por quem esteve atento aos acontecimentos drásticos que marcaram quase todos os meses do ano. É tão surreal a realidade vivida que precisei de uma pausa, uma longa pausa por sinal, pois não conseguia estabelecer a lógica em colocar tudo à parte como em uma caixa de peças de encaixe que, quando necessário, agruparia novamente.

Enfim, iniciamos 2016. Que tal iniciarmos vivendo intensa e criativamente um dia de cada vez buscando resultados não somente na esfera dos negócios, como na humanitária? Enquanto não entendermos que somos uma humanidade que em suas diferentes culturas e tradições é uma só, vivendo em um mesmo planeta; que podemos trocar, informar, realizar e crescer de maneira responsável, não sairemos desse nível de debilidade ao qual estamos submetidos. As mídias sociais tem seu grande trunfo e lado positivo justamente nesta área. Esperamos por esta oportunidade e lucidez de cada pessoa com a qual trocamos informação e ideias, agregando conhecimento, novas tecnologias, novos olhares sobre tradições que guardam preciosidades, inovações e o que de bom tem acontecido pelo mundo.

domingo, 10 de agosto de 2014

Marcas adotam aromas exclusivos

Loja Benetton, Chicago.
Entre a música frenética e as pilhas de calças jeans coloridos, os visitantes da loja Benetton na Avenida Michigan, em Chicago, podem pegar um sopro de uma tendência de marketing em crescimento - o uso de aromas exclusivos que diferenciam uma marca, ou produto. Abrangendo vários nichos de mercado, como hotéis, aeroportos, bares, restaurantes, bancos, clinicas e hospitais, prédio residenciais e comerciais, novas tecnologias, cinemas e teatros, o setor da moda não passaria despercebido para este recurso que busca no olfato criar um vinculo emocional com seu publico. O  evento ScentWorld 2014, em junho de 2014, foi um sucesso retumbante. Os executivos da marca e especialistas da indústria convergiram para conectar e aprender sobre a vanguarda do aroma, e suas estratégias de marketing sensorial, pesquisa e tecnologia. 

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Brandsense: a marca multissensorial . Entrevista com Martin Lindstrom

Recordando o comentario feito por Fabio Cipriani e  editando novamente a entrevista com Martin Lindstrom.

"Quando comentei aqui sobre o novo livro do Martin Lindstrom eu recebi o contato da Cybele que me apresentou seu portal/rede social ‘Aromas essenciais‘ – focado em marketing olfativo. Depois disso ela mandou ver e conseguiu uma entrevista com o autor do livro ‘Buyology: Truth and Lies About Why We Buy‘. Após um passeio pelos 5 sentidos e suas influências na nossa decisão de compra, as perguntas se voltam para o tema do marketing olfativo. Vale a pena a leitura!
Mas o que eu disse para a Cybele eu digo aqui também: eu acho que um sexto sentido – nada sobrenatural - ainda fala mais alto que os outros 5 conhecidos, é o sentido da parte mais sensível do corpo – o ‘bolso’ – se ele está vazio nenhum marketing funciona."
nov 24, 2008 // por Serendipidade // Marketing / Negócios // Nenhum comentário

Link em português:http://aromaessencial-cybele.blogspot.com/2009/04/entrevista-com-martin-lindstron-em.html

O livro com tradução para o portugues pela  Bookman Editora : "Brandsense: a marca multissensorial"
Boa leitura!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Marketing sensorial e serviços hoteleiros.


Hotel Fazenda em Cunha.

Numerosos estudios prueban la efectividad de las estrategias de Marketing Olfativo. El uso de aromas propios en los hoteles activa emociones positivas y los hace inconfundibles, llegando a influir en el comportamiento del consumidor.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Branding olfativo


O Branding Olfativo no Brasil é uma terminologia recente, mas além de nossas fronteiras é realidade nas grandes indústrias dos Aromas.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

NOTA

O comércio tem atraído os consumidores ao lançar mão de fragrâncias para imprimir identidade aos pontos-de-venda. “Com tantas opções de produtos e serviços no mundo atual, temos consumidores cada vez mais exigentes, que buscam diferenciais na decisão de compra. Nesse ambiente competitivo, os perfumes têm tido um papel fundamental como elemento promocional”, explica. ( Marcia Sant'Ana, gerente de marketing e negócios da Takasago Fragrâncias e Aroma )

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Aroma Essencial: Does Your Marketing Smell?



Estamos fazendo um trabalho de coleta de informação que tem refletido e gerado resultados. Agradecemos a todos que nos incentivam.

Veja a matéria na integra:
http://coffeegrinder.123log.de/2009/06/18/aroma-essencial-does-your-marketing-smell/

sábado, 13 de junho de 2009

Varejo calçadista investe em marketing olfativo

Em tempos em que se desenha um novo perfil de consumidor - mais interessado em unir emoção às compras -, o varejo precisa estar atento a diferentes maneiras de conquistar seu público-alvo. Além de uma bela vitrine, uma excelente exposição interna de produtos e um layout caprichado, uma nova ferramenta vem sendo utilizada pelo varejo calçadista: o marketing olfativo. Ao lado da preocupação com o visual, algumas empresas já passam a utilizar a estratégia, que visa criar uma identidade própria no ponto-de-venda a partir de fragrâncias pré-determinadas através de uma avaliação do tipo de negócio. Bastante presente no comércio de outros países, o conceito começa, aos poucos, a ganhar força no Brasil e conquistar o segmento. A rede Bayard Esportes (São Paulo/SP) já utiliza o recurso há três anos e acredita que conseguiu desenvolver uma espécie de assinatura olfativa junto aos seus consumidores. As oito lojas da empresa contam com uma fragrância especial, desenvolvida para fazer com que o cliente associe a prática do esporte à sensação agradável de estar em meio a natureza. Ao entrar na loja, o cliente aspira um aroma levemente amadeirado que lembra o Parque do Ibirapuera, tradicional reduto dos atletas na capital paulista. “Hoje em dia é necessário ir além do produto e do visual. É preciso criar uma identidade própria e esta ferramenta está sendo muito eficiente neste sentido. Afinal, este cheiro é só nosso, de forma que as pessoas passam a lembrar dele”, acredita. O mesmo conceito é utilizado pela Via Uno, presente no Brasil e no exterior com 60 pontos-de-venda. Todas as unidades contam com uma fragrância específica, que é acionada por um mecanismo próprio para aromatizar o ambiente. Segundo o gerente de franquias da marca, Alexandre Pereira, o sistema já é utilizado há um ano e partiu de uma iniciativa da companhia em melhorar o ambiente das lojas. “Tomamos conhecimento desta nova ferramenta de marketing e passamos a procurar uma empresa que pudesse nos oferecer um cheiro agradável. Escolhemos um aroma floral, que é utilizado em todas as filiais no mundo, e estamos bastantes satisfeitos com os resultados”, conta. Estudos realizados no Canadá mostram que uma aromatização com discretos traços de notas doces e cítricas num shopping center local elevou o gasto médio de compras de U$ 55 para U$ 90 na semana do teste de aromatização em comparação ao período anterior. A informação é de Julio Yoon, diretor da Biomist (São Paulo/SP), empresa especializada no assunto. De acordo com ele, o marketing olfativo no varejo faz uso de um conceito multi-sensorial, que estimula os campos visual, auditivo, tátil, degustativo e olfativo, para que o ambiente fique mais atrativo, agradável e persuasivo. “Assim, os clientes permanecem mais tempo dentro das lojas e as chances de se fazer uma compra aumentam”, analisa. Os aromatizadores utilizados pelas empresas são estrategicamente instalados no ambiente, programados para borrifar a fragrância de tempo em tempo e numa quantidade suficiente para o sucesso da ação. Cada aparelho é capaz de perfumar espaços de, aproximadamente, 35 m2. Em locais maiores a aromatização pode ser feita através do ar condicionado. Mas como saber qual a fragrância certa para cada tipo de negócio? “Acreditamos que cada loja tem uma necessidade específica e sempre colhemos informações do perfil da mesma e do seu público. Sugerimos para lojas de calçados as fragrâncias herbais ou mesmo os amadeirados. Mas há exceções, temos como exemplo uma loja de calçados infantis aromatizada com essência de tutti-frutti”, informa.

Fonte: Jornal Exclusivo -
http://www.exclusivo.com.br

terça-feira, 21 de abril de 2009

Marketing olfativo começa a ser usado por empresas brasileiras

Air Berger traz técnica ao Brasil

Uma cadeia de lojas de moda praia com cheiro que remete ao mar, uma empresa com posicionamento relacionado à sustentabilidade com aroma que lembra a natureza, ou cada seção de uma megastore com fragrâncias que impulsionam a venda de seus produtos. Esses são alguns exemplos de projeto de marketing olfativo que a Air Berger traz para o Brasil.

“O olfato é responsável por 35% da memorização, a visão, por somente 5%”, conta Marcelo Ginzberg, sócio da Onig, empresa criada para trazer o conceito com exclusividade ao país. “E o uso do marketing olfativo já se provou uma ferramenta importante para a imagem e as vendas de diversos setores da indústria, de comida a tênis”, acrescenta.

“Nosso conceito é profissional, um projeto inteiro de marketing olfativo é pensado para cada situação”, explica Ginzberg. “Enviamos o projeto para a Air Berger na França que, em 10 dias, devolve uma prova de fragrância para aquele cliente”. Para elaborar cada cheiro, o laboratório dispõe de mais de 300 aromas. No local, são instalados difusores que quebram o líquido em microgotas, espalhando uniformemente a fragrância pelo ambiente.

No Brasil desde abril, a tecnologia da Air Berger já está sendo utilizada pela loja de cristais finos Baccarat, a fim de potencializar as vendas do perfume Annick Goutal, pelo Buffet La Luna, pelo Thai Spa (clínica de beleza), e por multimarcas de roupa infantil (Mariangela Blois) e de calçados (Bini), todos em São Paulo. Já há também negociações em andamento com uma grande rede de varejo, outra de moda e também com um banco.

Ao redor do mundo, a Air Berger atende grandes redes hoteleiras, como Hyatt, Mercure e Club Med, e hotéis exclusivos, como Plaza Athénée e Ritz; marcas do mercado de luxo (Swarovski, Galeries Lafayette, Hugo Boss, Max Mara); e outros clientes corporativos, como HSBC, BNP Paribas e Leroy Merlin.

Estatísticas de marketing olfativo
Um estudo encomendado pela Air Berger francesa constatou os seguintes resultados:
Varejo
O estudo foi realizado com uma amostra de 156 consumidores em uma loja com projeto de marketing olfativo. O mesmo questionário foi reaplicado na loja alguns dias depois em uma amostra similar:
*A loja aromatizada atraiu 50% mais visitantes casuais;
*A percepção do aroma aumentou em 7,7% a intenção de retornar ao estabelecimento;
* Houve um aumento de 38% nas compras por impulso.

Comparando somente os números da loja aromatizada, também é possível inferir que o marketing olfativo influenciou na decisão de compra – 38% dos consumidores que perceberam o aroma ou foram informados sobre ele acabaram comprando, contra somente 19% daqueles que não notaram o cheiro.

Hotelaria
Pra realizar a pesquisa, um lobby de hotel foi aromatizado e 160 hóspedes foram instados a dar notas de 0 a 10 para aspectos como conforto, modernidade, acolhida, amigável, descanso, bom para seu bem-estar, entre outros. Duas semanas depois, sem odor, o teste foi repetido.

As médias das notas do hotel aromatizado ficaram entre 7,9 e 8,4, nos diferentes critérios. Já no lobby sem cheiro, a pesquisa revelou pontuações médias entre 7,4 e 7,9. Ou seja, a melhor nota do hotel sem marketing olfativo atingiu somente a média mais baixa do mesmo estabelecimento com o projeto instalado.

Fonte:http://www.acontecendoaqui.com.br