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terça-feira, 30 de junho de 2015

Sinais importantes que demonstram ser falso o óleo essencial que você está usando

7 Signs Your Essential Oils Are Fake


Insistir nunca é demais. Estamos em uma era de grandes revoluções, e uma delas é a consciência de que a saúde e o bem estar individual e coletivo tem um grande impacto na sociedade como um todo. Nesta matéria de Jessica Chia, ela nos dá o passo a passo que demonstra como podemos avaliar a qualidade dos óleos essenciais que hoje são usados não somente para aromatização domestica, como em grandes áreas, onde o numero de pessoas circulante é expressivo. Além do seu uso em ambientes de trabalho, clinicas, hospitais, entre outros setores de mercado. Confira a matéria.

terça-feira, 9 de junho de 2015

Why Smell Is the New Frontier in Building Design


No post "Construção Civil - O uso de aromas em prédios residenciais" falamos sobre esse novo aspecto nos projetos para prédios residenciais. No entanto a arquitetura olfativa parece ter entrado de vez neste nicho de mercado: construção civil. Em seu artigo Scent of a Building," Jonathan Foyle diz que o "cheiro é intrínseco à personalidade de um lugar."

Neste artigo de Rute Newman ela ressalta este novo elemento que já faz parte de muitos projetos na área de construção civil. O ser humano percebe através dos sentidos. Hoje existe um enorme ruído nas cidades, seja pelo excesso de informação, barulho, espaço. Pensar na qualidade de vida de quem vai morar ou trabalhar em um edifício agrega valor ao projeto, e amplia a gama de resultados positivos que este elemento traz ao conjunto da obra. Afinal, o cheiro desencadeia algumas das mais poderosas respostas emocionais, provocar algumas de nossas respostas mais viscerais, e desempenhar um papel central na criação de uma atmosfera específica dentro de um edifício. 

terça-feira, 7 de abril de 2015

Dicas que fazem aumentar as vendas quando usamos corretamente os aromas.


Bons varejistas conhecem as estratégias de ambiência. A partir da seleção de músicas, vitrines iluminadas em LEDs, o layout certo e uma equipe de vendas para corresponder às expectativas do cliente, cada detalhe contribui para uma experiência de sucesso – e aqui entra o uso do aroma reconhecido como uma forte estratégia para fidelização de clientes, e resultado de vendas. O olfato é nosso sentido mais primitivo, diz Jennifer Dublino, diretora de desenvolvimento da Scent World Event: "Seu cérebro reage ao sentir o cheiro antes de qualquer outra coisa", acrescenta ela. Mas de acordo com Dublino, muitos varejistas estão começando errado. Aqui estão suas dicas para utilizar os sentido do cheiro de sua loja e fidelizar clientes.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Hotéis de luxo, amenities, memória emocional e aromas.


Gentileza gera gentileza. Atenção aos detalhes gera resultado. Isto não é somente marketing (no assunto que estamos abordando é marketing sensorial) mas, é a realidade de quem projeta uma vida longa e prospera para o seu negócio, e o mercado busca por inovação que gere este resultado.

Estamos falando de um ponto sensível em qualquer negócio: o bom atendimento e atenção aos detalhes.
Este post no site Valor Luxury Lab aborda o assunto.

Aroma Essencial

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Marca Olfativa e Varejo

A criatividade faz parte de uma boa estratégia para atrair clientes ávidos por inovação, bom atendimento e bom preço. Tudo gira em torno de um momento que é crucial : o primeiro contato com o estabelecimento, ou a fidelização dos que já são clientes. Os vários nichos de mercado varejista, além dos recursos visuais e sonoros, agregou a esta estratégia o Aroma, ciente do poder de influenciar o cliente no tempo de permanência no estabelecimento e na decisão de compra, além de ser mais uma opção de negócio lucrativo.Leia mais sobre o assunto no artigo"Olfactive Branding: Retail’s Fragrant Frontier", publicado no BoF, sobre marca olfativa e varejo.

Aroma Essencial

Enviado para o nosso blog por Luz Valor - Valor Luxury Lab.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Branding olfativo


O Branding Olfativo no Brasil é uma terminologia recente, mas além de nossas fronteiras é realidade nas grandes indústrias dos Aromas.

domingo, 24 de maio de 2009

Indústria Do Cheiro: Marketing Olfativo Dá Resultado

… está virando mania. Trata-se do marketing olfativo, uma estratégia que visa dar identidade à marca e conquistar a fidelidade do cliente pelo cheiro.

O aroma irresistível que sai dos pontos de venda da Kopenhagen não vem dos produtos. É obra da Biomist, empresa especializada no desenvolvimento de fragrâncias. Desde sua inauguração, em 2000, a Biomist já formou uma carteira com 1.200 clientes, que inclui nomes como Santander, Bayard, Toyota, Levi´s e LG. Em 5 anos, a empresa já faturou R$ 1 milhão, mantendo crescimento anual de 60% ao ano.

O autor da idéia é Julio Yoon, um ex-funcionário da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Coréia. Ele chegou ao Brasil em meados dos anos 90, gostou do País, achou a economia promissora e, quando a Coréia o chamou de volta, resolveu ficar. Mas era preciso arrumar algo para fazer. Entre as opções, pensou em produzir embalagens para salgadinhos, ‘que são muito ruins no Brasil’, ou colete à prova de bala, outro ramo promissor. Mas se encantou mesmo com o marketing olfativo. ‘A idéia surgiu de uma conversa com um amigo que trabalha na Samsung. Ele me disse que a sede da empresa na Coréia era aromatizada’, conta Yoon. Entusiasmado com a novidade, o coreano estudou empresas do gênero nos EUA, em Londres e Nova York. Em seguida, fez parcerias com casas de fragrâncias internacionais, como Firmenich, Belmay e Biointer, que atendem a grandes grifes como Calvin Klein, Dior e Hugo Boss. ‘Nosso papel é ligar o aroma à marca’, diz Yoon.

O resultado vem da escolha do cheiro certo. Ele lembra que um de seus clientes, a rede de materiais esportivos Bayard, usou em suas lojas uma fragrância de pêssego para inspirar os clientes no Dia dos Namorados. ‘Não deu certo, eles perderam o foco do negócio. O aroma não tinha relação com o mundo do esporte’, explica o dono da Biomist. Os parceiros voltaram ao trabalho de pesquisa até chegar à formula certa. Decidiram desenvolver um aroma que remetesse ao Parque do Ibirapuera. Para quem não é de São Paulo, cabe a explicação. Esse é o principal parque da cidade, onde muitos paulistanos fazem exercícios diariamente, justamente a clientela da Bayard. Bingo! A fragrância com cheiro de natureza encheu as lojas Bayard. Já para o banco Santander, foi encomendado um aroma de lavanda para acalmar os profissionais da ‘mesa de operações’.

A Biomist vende pacotes anuais, em 2 versões. Para ambientes menores, de até 400 m2, é instalado um equipamento onde é colocada a fragrância. Para locais mais amplos, o aroma é colocado no ar-condicionado central. O custo varia de R$ 780 a R$ 4.800,00, dependendo do número de trocas e do tipo de equipamento. Se depender de uma pesquisa realizada pela Smell and Taste Tratament and Reserch Foundation, entidade americana que estuda a influência dos cheiros e do humor no comportamento das pessoas, passar perfume na marca dá resultado. Numa experiência feita no Cassino do Hotel Hilton, de Las Vegas, as apostas cresceram 45,1% durante os 3 fins de semana em que o ambiente foi aromatizado com notas que estimulam a confiança. Nada mal.

Fonte: http://brasil.business-opportunities.biz

segunda-feira, 11 de maio de 2009

MARKETING OLFATIVO

Marketing Olfativo é uma ferramenta que chegou forte no mercado de varejo, ligado a empresas voltadas para aromatização de ambientes comerciais e residenciais, spas e clinicas de terapias alternativas, alimentícios, impressos, entre outros.Técnica ainda recente e pouco usada no país está se tornando através das novas tecnologias uma realidade no varejo. Trabalha o estímulo do consumo através do centro das emoções (Sistema Límbico) e visa aproximar cliente x marca com apelos institucionais e de identidade olfativa, criando um vinculo de sinergia e empatia com o produto ou empresa. Na área alimentícia,os investimentos em pesquisas demonstram um crescimento de 5% ao ano.
Quando falamos de marca, focamos nossa estratégia no conceito de “marca forte”. A ousadia empreendida tanto por grandes quanto pequenas empresas é que determina e estabelece clientes cativos. Não importa o tamanho da empresa, entender e atender as expectativas do nicho de mercado em que atuam gera fidelização.O primeiro passo com a adoção de uma estratégia de marketing eficaz gera competitividade, preferência do público-alvo e lucro.
O Marketing Olfativo é uma ferramenta que hoje, com uma margem de atuação em torno de 40% do mercado, gera retorno eficaz e rápido, pois trabalha com a emoção e expectativa do público-alvo.

O aroma é um dos componentes que ainda tem um estudo restrito nos ambientes comerciais, mesmo com o interesse de alguns setores que confia neste recurso para atrair clientes. A aromatização ambiental é diferente do perfume dos objetos,pois este é criado para ser a impressão da marca. Em função dos poucos estudos nesta área, as referencias baseiam-se no âmbito da psicologia e da conduta do consumidor , que apontando o aroma como uma característica física do local ou do produto, interfere de modo significativo na permanência ou não do consumidor no local. (Bitner, 1992; Gulas y Bloch, 1995). Os estudiosos do setor baseiam suas analises em três diferentes aspectos: a qualidade do odor (agradável/desagradável), a qualidade do estimulo para provocar respostas e a intensidade (suave/forte).

A analise afetiva tem sido dominante nas investigações, pois abrange as reações mais significativas de rejeição ou aceitação dentro do objetivo proposto. (Levin y McBurney,1986; Takagi, 1989). Os estudos apontam como comprovação dos resultados analisados os registros eletroencéfalograficos e os padrões respiratórios que apontariam em que medida os odores podem afetar os níveis de excitação fisiológica. As dimensões de intensidade se relacionam com reações mais negativas, pois quanto mais intensas mais rejeições foram comprovadas. (Richardson y Zucco,1989). Outros pontos são relevantes nestes estudos, levando-se em consideração que estudos ambientais são em menor escala.

A maior parcela dos estudos tem direcionamentos para os efeitos diretos em pessoas (Baron,1983),produtos (Bone y Jantrania,1992) ou anúncios(Ellen y Bone, 1993). No campo da psicologia se observou que o perfume dos ambientes melhora a avaliação das pessoas observadas, tornando os ambientes mais agradáveis e gerando mais negócios e interação cliente e produto. A qualidade desta relação gera a fidelização , temos cases de sucesso nesta área. O ponto crucial vem do esgotamento ou banalização do perfume, o traria uma reação de “enjôo” pelo odor e este é um ponto também pouco estudada.

A saturação , o período de renovação dentro da mesma nota do aroma que propiciasse uma continuidade do aroma sem que ele perdesse as características ou sua personalidade. Foi comprovado que o retorno de consumidores a locais com aromas agradáveis foi maior que locais sem nenhum aroma. As observações sob o ponto de vista do estabelecimento também diferem para mais modernos, sofisticados, mais organizados, com produtos de melhor qualidade.

A relação entre permanência no estabelecimento e compras efetivas também foram significativas, mesmo que em alguns estabelecimentos está relação não tenha sido comprovada efetivamente.Os estudos também apontam para os resultados nas relações interpessoais (Rotton et al (1978), os estados de humor (Baron, 1990; Ehrlichman y Bastones,1992; Knasko, 1992), os processos cognitivos (Knasko, Gilbert y Sabini, 1990;Lawless, 1991) e a criatividade (Ehrlichmany Bastones, 1992; Knasko, 1992).

“Tese defendida por Leila Nery Souza Triska, na área de Engenharia de Produção, pela Universidade de Santa Catarina, tratou do assunto no ambiente e trabalho avaliando” os odores agradáveis relacionados aos óleos essenciais como possíveis agentes positivos modificadores no comportamento”. Dos cinco casos estudados, 4 tiveram alterações .

Os cinco casos foram definidos aleatoriamente e cada sujeito instruído nos procedimentos. Os óleos essenciais escolhidos de acordo com cada caso e perfil do sujeito, o processo se eu por via inalatória e por um período de seis semanas.

A cada semana foi feita uma avaliação do procedimento, a partir dos relatos coletados. Os pesquisados tiveram total liberdade para falar sobre os eventos ocorridos durante o processo de observação e os parâmetros considerados para efeito de acompanhamentos foram: a qualidade do sono, o estado de humor, a concentração, o equilíbrio emocional geral, o equilíbrio físico geral, a criatividade e a auto-estima.

As considerações finais abrem um leque para uma avaliação mais aprofundada entre individuo em relação ao seu ambiente e sua interação com a realidade via universo aolfativo. Dentro dos resultados positivos do trabalho, ainda ficam margens para uma área ainda pouco pesquisada no que se refere à interação individuo ambiente de trabalho. Fatores como condições do ambiente de trabalho, tanto internos quanto os externos.

A tese fecha com a seguinte observação: ‘A melhora da qualidade de vida, a proposta de uma maior condição de prazer, além da redução no impacto de situações de stress no cotidiano, são elementos desejados na atual condição humana. A simplicidade de um odor natural de plantas ode suavizar a mente e capacitar o cérebro a se auto-regular por si mesmo.?”“

Fonte: Cybele Fiorotti