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terça-feira, 19 de abril de 2016

Não tenha receio de projetar o futuro.

A sazonalidade dos mercados nestes tempos de crise generalizada nos coloca diante do desafio de não ter receio de olhar para ele com determinação. A busca por soluções criativas, que mantenham a visibilidade da marca e sua identidade junto ao publico, gera um trânsito continuo para a superação dos obstáculos.  Temos um longo caminho após as próximas mudanças no governo, não é hora de esmorecer ou perder de vista a luz no final do túnel. Sabemos que a batalha é árdua, mas validada. Acompanhar pesquisa, buscar inovação e gerenciar ativos e passivos dentro de uma visão lúcida possibilitará caminhar os próximos dois ou três anos com cautela e serenidade.


Setor brasileiro de HPPC tem queda real de 8% em 2015

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Pense em como construir empatia

 
O instinto criativo é algo curioso. Bradamos aos quatro ventos sobre várias estratégias e esquecemos que, nos tempos do agora, o ser humano vem passando por grandes transformações, buscando o que mais perto está de sua realidade. Mas, que realidade é esta? A realidade que mostra ser ele o centro de suas ações e decisões a partir de seu foco como observador, e não mais um marionete controlado pelo que é dito ser isto ou aquilo. Nesta excelente matéria sobre a visão de um dos CEO da atualidade, Kevin Roberts, é possível vislumbrar porque os sentidos hoje são tão importantes na redefinição da linguagem que enviamos.

"Tenha certeza que sua marca e empresa tem um cheiro, tem um som, e possui um toque e uma intimidade com as pessoas. Pense em como construir empatia. São as pequenas coisas que contam e como os consumidores se sentem com relação a sua marca que faz a diferença hoje." (Kevin Roberts)

Boa leitura!

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Marca Olfativa e Varejo

A criatividade faz parte de uma boa estratégia para atrair clientes ávidos por inovação, bom atendimento e bom preço. Tudo gira em torno de um momento que é crucial : o primeiro contato com o estabelecimento, ou a fidelização dos que já são clientes. Os vários nichos de mercado varejista, além dos recursos visuais e sonoros, agregou a esta estratégia o Aroma, ciente do poder de influenciar o cliente no tempo de permanência no estabelecimento e na decisão de compra, além de ser mais uma opção de negócio lucrativo.Leia mais sobre o assunto no artigo"Olfactive Branding: Retail’s Fragrant Frontier", publicado no BoF, sobre marca olfativa e varejo.

Aroma Essencial

Enviado para o nosso blog por Luz Valor - Valor Luxury Lab.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Gestão da Informação


O termo “gestão da informação" é mais uma forma de expandir o conceito de comunicação integrada. As novas tecnologias trouxeram uma liberdade maior para a comunicação e mudaram o conceito de "como levar sua marca/produto para o mercado". Não somente no caso de uma empresa, como também de uma marca pessoal. Em alguns casos elas se confundem, interagem, tornando o nome indissociável - empresa/individuo. As empresas descobriram o potencial competitivo aberto pelo advento das novas tecnologias, some-se a isso o papel importante da comunicação midiática. Peter Drucker defende a primazia da informação como a base e a razão para um novo tipo de gestão, a troca do binômio capital/trabalho pelo binômio informação/conhecimento como fator de sucesso empresarial. O caminho para uma sociedade  do saber onde o valor da informação tende a suplantar a importância do capital é ponto importante em discussões de planejamento, onde informação e conhecimento são a chave da produtividade e da competitividade.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Estratégia ousada











Buscar formas de impactar pela marca é um forte recurso de marketing, e Paco Rabane elegeu o Rock in Rio para lançar as fragrâncias Black XS - masculina e feminina ,que levam o nome do evento em suas embalagens.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Conceito EcoFriendly e Aromas.

Empresas inseridas no conceito “ecofriendly” estão focando a permanência em um mercado que espelha a caminhada dos negócios futuros. EcoFriendly faz parte de empresas que produzem produtos ecológicos não por modismo, mas por estar inserido no conceito da marca e no contexto da cultura corporativa. Tornar-se consciente de que fazemos parte de ações convergentes, onde ação e reação são faces de uma mesma contrapartida, leva empresas conscientes e com visão de futuro a estarem um passo à frente de seus concorrentes.

sábado, 23 de outubro de 2010

Confundindo o sentido do olfato.


Quando o excesso de aromas interfere na resposta emocional do consumidor, o resultado é o conflito entre a reação de repulsa à marca ou o transtorno que causa ao ambiente com a super exposição. A analise do que esta ação pode causar está muito bem alinhavada nesta matéria.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Construtoras investem em Marketing olfativo

As construtoras Rossi e Diagonal estão investindo na diferenciação através do olfato. A estratégia de marketing feita em parceria pelas empresas está sendo aplicada em estandes da Rossi no Nordeste. Para o empreendimento Terraços Praças Residenciais, em Fortaleza, o consumidor sentirá o aroma de alecrim, que remete a temperos, cozinha e reuniões em família, assim como o estande do Praças Residenciais.

Já para o edifício comercial Duets Office Towers, a Rossi usa um aroma de madeira, com o objetivo de apresentar um imóvel clássico e requintado, enquanto os empreendimentos à beira-mar têm em seus estandes a essência de baunilha. Além do cheiro, os espaços ainda oferecem som ambiente de acordo com o perfil do público. A Rossi já planeja levar este conceito de estandes para o Rio Grande do Norte.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

AS RELAÇÕES EMOCIONAIS COMO ELEMENTO ESTRATÉGICO PARA A CONQUISTA E MANUTENÇÃO DE CLIENTES

O presente artigo estuda as relações intrapessoais, interpessoais e o efeito da conexão emocional entre pessoas que criam produtos ou serviços e pessoas que os consomem. Essa relação decorre da interação humana e da conotação emocional que é transmitida em todos os relacionamentos, indiferentemente nos comerciais. O embasamento teórico das obras consultadas aponta esse foco emocional como condutor de oportunidades, tanto para quem vende como para quem compra. Isso constitui um importante diferencial competitivo das organizações.

Thaís Cordeiro Gomes e Ângela Abi-Sáber

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

VOCÊ É UMA FONTE IMPORTANTE NESTE BLOG

Toda terça-feira faço o levantamento no item "visitantes" do blog. O numero de leitores tem aumentado e estamos em mais de 12 países. No entanto, não obtive ainda nenhum retorno quanto a qualidade do conteúdo e se estou realmente gerando satisfação em quem nos acompanha.

O intuto inicial foi criar a rede e alimentá-la com toda a informação disponível para que servisse de referência ao tema. No entanto, lendo hoje um comentário sobre postagem de blog resolvi repensar esta posição. Quero convidar todos vocês a compartilhar experiências nesta setor e também vou fazer o mesmo. Afinal este interesse surgiu a partir de um TCC não concluído por total insatísfação em não encontrar informação suficiente que embasasse meus questionamentos. Convidei vários profissionais e empresas para contarem seus cases e experiências, alguns aderiram, outros não. Fico pensando se, por ser uma área tão nova, a maioria dos experimentos ainda estariam baseados em presuposições e não em analises de resultados concretos.

De qualquer forma é gratificante explorar novas tendências, novas teorias e comportamentos. Afinal, o marketing olfativo trata da influência do estado olfativo no comportamento do individuo e como uma empresa pode criar uma marca forte a partir deste sentido , gerando fidelização e um diferencial de mercado.

Vou transcrever o trecho que me fez repensar a forma de alimentar o blog, e em outra postagem anexar a matéria e a fonte: "uma boa postagem no blog não é simplesmente o que você já conhece, mas melhor, algo que acabou de aprender e deseja compartilhar com os outros: o post deve ser acerca de uma descoberta, algo novo, algo que é oportuna e relevante para os outros: algo que vai trazer pessoas de volta para o seu blog em uma semana ou duas, porque eles vêem que você está curioso, descobrindo coisas perfeitas, e escrever de uma maneira interessante: estamos a blogar não simplesmente para aprender alguma coisa para nós, mas para compartilhar com outras pessoas e envolve-los."

Espero assim estar acrescentando um conteúdo mais rico e mais proximo da busca de quem procura pela informação. Espero tornar o blog mais eficiente, mais prazeiroso e mais receptivo a todos vocês. Aguardo comentários e sugestões, pois tenho certeza que todos nós temos muita informação para compartilhar e dar a este tema um conteúdo mais pratico e rico a partir das nossas experiências.

Cybele Fiorotti

terça-feira, 28 de julho de 2009

Un olor vale más que mil imágenes

Por MARIAN HENS (SOITU.ES)

El olor es un sentido poderoso. Está conectado a los centros emocionales del cerebro, puede hacer que nos cambie la velocidad del pulso, que nos sintamos atraídos hacia una persona, o que "se nos haga la boca agua" . El olfato dispara la memoria y las emociones ligadas a los recuerdos. También puede inducirnos a comprar. De hecho, según estudios recientes, el olfato es una o de los sentidos más influyentes a la hora de decidir nuevas adquisiciones.

Martin Lindstrom en su libro Brand Sense recalca que el 75% de nuestras emociones cotidianas están influidas por lo que olemos. Y según estudios desarrollados por la neoyorquina Universidad de Rockefeller a principios de la década, el ser humano recuerda un 35% de lo que huele frente al 5% de lo que ve ó el 2% de lo oye. Sin embargo, cerca del 83% de los mensajes publicitarios que se emiten están dirigidos solo a dos sentidos: el oído y la vista. El dato no se le ha escapado a los publicistas que han puesto en marcha una nueva estrategia: el marketing olfativo, la seducción del consumidor a través de los aromas.

Es una aplicación del marketing que se basa en la utilización del aroma y por tanto del olfato como "medio de comunicación entre la marca y el consumidor para poder fidelizarlo, para enviarle mensajes e incluso para cambiar su comportamiento", explica Juan Miguel Antoñanzas, presidente de A de Aromas, una de las empresas pioneras en España en introducir y trabajar este tipo de concepto.

"Las investigaciones demuestran que los ambientes aromatizados hacen que los consumidores se demoren durante más tiempo en un punto de venta determinado o que una persona se sienta más relajada o más despierta", señala Antoñanzas. También que gaste más. Además se ha comprobado que una empresa que consigue un olor distintivo vende más que otra que carezca de fragancia propia.

Desde Rolls Royce, que ha reproducido el aroma de su gran clásico Silver Cloud 1965 y lo utiliza para impregnar sus coches, hasta Singapore Airlines que ha patentado una fragancia mezcla de flores de loto y bambú para uso de sus azafatas y para perfumar las toallitas calientes que da la compañía a los viajeros, el marketing olfativo es un fenómeno de gran desarrollo internacional. La firma Aromarketing estima que el 35% de las 1.000 empresas más importantes a nivel mundial han puesto en marcha este concepto. Se estima que el sector moverá 220 millones de dólares a escala internacional en el año 2010.

En España el marketing olfativo es bastante incipiente pero ya se utiliza el aroma de palomitas para impregnar ciertos cines, el de bronceador para algunas agencias de viajes o el de pan recién horneado para las pastelerías. Y recientemente, un hospital marbellí, el USP, introducía el olor a talco y amaderado en sus instalaciones a fin de combatir la ansiedad de los pacientes.

"A los españoles les encanta el aroma. Quizás por la tradición árabe, España es uno de lo países más importantes en el uso del aroma doméstico del mundo. Tres de cada cuatro hogares españoles tienen un sistema de aromatización en alguna parte de la casa que reponen unas ocho veces al año", explica Antoñanzas. "Es un mercado que tiene un 15% de crecimiento anual sostenido y que se ha ido sofisticando, desde el antiguo aroma a "pino" a esencias con "olor a mañana" u otras más funcionales. Trabajamos en un mercado que acoge con mucho agrado que el aroma forme parte integral del ADN de una empresa".

Pans & Company, AC Hoteles, Mango, Rodilla, Dunkin' Donuts, Bankinter o Telefónica son algunas de las empresas que se han dirigido a A de Aroma en busca de una "firma olfativa", es decir, un olor corporativo que les confiera una personalidad determinada.

Es fácil asociar el olor a golosinas en un cine pero ¿a qué huele una empresa de telecomunicaciones o un banco?¿Cómo se diseñan fragancias que puedan identificar a estas compañías?

"Todas las compañías tienen sus valores, aquéllos por los cuales quieren darse a conocer a sus clientes", explica Antoñanzas. "Un banco es aquel sitio donde tú vas a poner tu dinero. Por tanto tú tienes que fiarte. Claramente, tiene que tener como elemento de su valor la honestidad. De lo que se trata es de saber transformar ese valor en aroma. Por ejemplo, un valor honesto es aquel que es lo que tú crees que es. Si entramos en un banco y olemos a naranja y es naranja, eso es un valor honesto. En contraste, una discoteca probablemente va a querer un olor a sofisticación, un aroma que huela muy bien pero que no sepas exactamente qué es, puede ser una mezcla de varias fragancias".

sábado, 13 de junho de 2009

MARKETING SENSORIAL: COMO ATINGIR TODOS OS SENTIDOS DOS CONSUMIDORES NA HORA DA COMPRA

Thiago Terra

Na busca pela integração cada vez maior entre clientes e produtos, as empresas estão buscando outras ferramentas para agregar valores às marcas e trabalhar com os cinco sentidos do ser humano na compra vem surtindo efeito direto no aumento das vendas, segundo especialistas e profissionais que desenvolvem este segmento. A utilização deste mecanismo sensorial em uma promoção, por exemplo, está relacionado ao posicionamento da marca perante o mercado de consumo.

Aproximar o consumidor ao universo do produto tem sido a tarefa deste segmento. Procurando agregar valor a marca, proporcionando ao consumidor uma experimentação sensorial diferente, Carlos Palomino, Diretor Executivo da Dabster, empresa de marketing promocional, explica como as empresas estão se preparando para o marketing sensorial com a teoria de que um estímulo sensorial sempre gera curiosidade, aguça a curiosidade dos consumidores de qualquer tipo de produto através de estímulos sensoriais. “Além de muito benéfico, aumenta o número de experimentações e também a abrangência que esse produto pode atingir”, diz Palomino em entrevista ao Mundo do Marketing.

Preparar uma empresa para trabalhar com o marketing sensorial é desenvolver estratégias e materiais nos pontos de venda para impactar o consumidor nas lojas. Em muitas companhias, chamar a atenção do consumidor e reter ele dentro da loja pode estar relacionado com alguma experiência sensorial com o produto ou marca. A Aktuell p.s.v.a, empresa que recentemente ganhou o primeiro lugar no prêmio Melhor Campanha junto ao Varejo do Globes Awards 2007, realizado pela AMPRO, desenvolveu uma série de ações inovadoras para apresentar os benefícios do produto Supradyn, da Bayer, e estimular a experimentação do produto.


Marketing de experiência

Um dos destaques é o SupraCine, que acontece até o dia 17 deste mês, é a apresentação de um vídeo em 4D para o público. O filme reproduz efeitos especiais, como de vento, cheiro de café, pingos de água, trabalhando assim, com os sentidos sensoriais dos consumidores, segundo Rodrigo Rivellino, Sócio da Aktuell. “Esta é uma experiência importante porque busca sensações residuais nos consumidores e com isso, cada vez mais o produto atinge o maior número de integração possível com o consumidor”, afirma ao site.

Tudo o que é feito para atingir os consumidores aguçando seus sentidos é através do marketing de experiência. A marca Villa Romana utiliza em todas as lojas de qualquer lugar do país, o mesmo layout, a mesma arquitetura para que haja um reconhecimento do público à marca através do sentido da visão. Para aprofundar mais neste segmento, a marca aderiu o marketing olfativo e conseguiu atingir um nicho de mercado que ninguém conhecia. “A audição, o tato e a visão já eram utilizados no mercado, então a BioMist trouxe esta idéia da Ásia e Europa”, diz Rubens Valentim, responsável pelo marketing da BioMist, empresa especializada neste segmento. Para o executivo, a tendência é que as empresas queiram que o consumidor tenha apenas um relacionamento com a marca e não com o produto.

O Marketing Olfativo é definido em três características principais que classificam sua importância em uma estratégia de marketing. A primeira é fazer com que o cliente passe mais tempo na loja, sem que ele perceba, através de uma fragrância agradável no local, que tenha a ver com o público da loja e a marca, e assim o consumidor dispõe de mais tempo para efetuar suas compras.


Experiência da marca

A segunda característica é a aplicação da Logo olfativo, que é uma fragrância exclusiva da marca, que é recolhida com um briefing que abrange cores, marca, layout, particularidades da marca, arquitetura, segmento, produtos, etc, desenvolvendo isto nas lojas através de aparelhos que aromatizam o ambiente automaticamente, sem gerar trabalho a mais para funcionários no ponto de venda. Quando a loja é grande pode ser utilizado o ar-condicionado central ou um aparelho maior ainda para lojas que não utilizam refrigerador de ar. “As lojas não podem ficar presas apenas a aromatização delas, nós fazemos também a aromatização de gôndolas, anúncios em revistas, malas diretas, brindes, catálogo. A marca vai para a casa do cliente”, diz Valentim, da BioMist.

Como novidades para este setor muitas tecnologias estão sendo desenvolvidas para gerar estímulo e agregar valor na experimentação dos produtos. Exemplos de inovações são as telas interativas, os filmes 3-D, aromas micro-encapsulados que liberam o mesmo odor do produto ou relacionado ao conceito dele. O diretor da Dabster ressalta a experiência sensorial que traz o consumidor ao conceito da empresa e os faz vivenciar e se aproximar ao que é a marca. “É como deixar um carimbo na mão do consumidor, o que é melhor do que um folheto ou uma abordagem”.

O retorno para quem utiliza o marketing sensorial vem dividido em três partes: faz o consumidor permanecer o maior tempo no ponto de venda, chama a atenção para uma ação e aumentar as vendas. Rubens Valentim, da BioMist, diz que este segmento aumenta as vendas diretamente e em feiras, as pessoas sentem o cheiro do produto de longe e vão até o stand.

domingo, 24 de maio de 2009

Indústria Do Cheiro: Marketing Olfativo Dá Resultado

… está virando mania. Trata-se do marketing olfativo, uma estratégia que visa dar identidade à marca e conquistar a fidelidade do cliente pelo cheiro.

O aroma irresistível que sai dos pontos de venda da Kopenhagen não vem dos produtos. É obra da Biomist, empresa especializada no desenvolvimento de fragrâncias. Desde sua inauguração, em 2000, a Biomist já formou uma carteira com 1.200 clientes, que inclui nomes como Santander, Bayard, Toyota, Levi´s e LG. Em 5 anos, a empresa já faturou R$ 1 milhão, mantendo crescimento anual de 60% ao ano.

O autor da idéia é Julio Yoon, um ex-funcionário da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Coréia. Ele chegou ao Brasil em meados dos anos 90, gostou do País, achou a economia promissora e, quando a Coréia o chamou de volta, resolveu ficar. Mas era preciso arrumar algo para fazer. Entre as opções, pensou em produzir embalagens para salgadinhos, ‘que são muito ruins no Brasil’, ou colete à prova de bala, outro ramo promissor. Mas se encantou mesmo com o marketing olfativo. ‘A idéia surgiu de uma conversa com um amigo que trabalha na Samsung. Ele me disse que a sede da empresa na Coréia era aromatizada’, conta Yoon. Entusiasmado com a novidade, o coreano estudou empresas do gênero nos EUA, em Londres e Nova York. Em seguida, fez parcerias com casas de fragrâncias internacionais, como Firmenich, Belmay e Biointer, que atendem a grandes grifes como Calvin Klein, Dior e Hugo Boss. ‘Nosso papel é ligar o aroma à marca’, diz Yoon.

O resultado vem da escolha do cheiro certo. Ele lembra que um de seus clientes, a rede de materiais esportivos Bayard, usou em suas lojas uma fragrância de pêssego para inspirar os clientes no Dia dos Namorados. ‘Não deu certo, eles perderam o foco do negócio. O aroma não tinha relação com o mundo do esporte’, explica o dono da Biomist. Os parceiros voltaram ao trabalho de pesquisa até chegar à formula certa. Decidiram desenvolver um aroma que remetesse ao Parque do Ibirapuera. Para quem não é de São Paulo, cabe a explicação. Esse é o principal parque da cidade, onde muitos paulistanos fazem exercícios diariamente, justamente a clientela da Bayard. Bingo! A fragrância com cheiro de natureza encheu as lojas Bayard. Já para o banco Santander, foi encomendado um aroma de lavanda para acalmar os profissionais da ‘mesa de operações’.

A Biomist vende pacotes anuais, em 2 versões. Para ambientes menores, de até 400 m2, é instalado um equipamento onde é colocada a fragrância. Para locais mais amplos, o aroma é colocado no ar-condicionado central. O custo varia de R$ 780 a R$ 4.800,00, dependendo do número de trocas e do tipo de equipamento. Se depender de uma pesquisa realizada pela Smell and Taste Tratament and Reserch Foundation, entidade americana que estuda a influência dos cheiros e do humor no comportamento das pessoas, passar perfume na marca dá resultado. Numa experiência feita no Cassino do Hotel Hilton, de Las Vegas, as apostas cresceram 45,1% durante os 3 fins de semana em que o ambiente foi aromatizado com notas que estimulam a confiança. Nada mal.

Fonte: http://brasil.business-opportunities.biz

quarta-feira, 6 de maio de 2009

NOTAS!!!!

Link interessante sobre o poder dos aromas no varejo.
http://www.riosul.com.br/images/vitrine_aromas.pdf

Site do Sense of Smell Institute
http://www.senseofsmell.org/index.php