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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Presentes aromáticos

Want To smell Jamie Fraser in your bedroom? 



Comentamos aqui sobre a importância das artes, da literatura, do cinema, e TV no desenvolvimento de diversos nichos de mercado. Vários fatores influenciam a massa crítica de fãs que têm o poder de decidir sobre o sucesso ou não do produto. Falamos sobre isso em relação à trilogia "50 tons de Cinza" em qual seria o aroma que caracterizaria os personagens, sobre salas de cinema aromatizadas, idem para teatros, livros, etc. Voltamos ao tema agora falando sobre uma série tanto literária, quanto televisiva, que vem atraindo fãs no mundo todo. Uma saga que traz a história real dos clãs escoceses durante o embate com ingleses, junto à ficção - a viagem no tempo, através da fictícia Craigh na Dun, por uma enfermeira nos anos de 1945 que a transporta para o ano de 1743 -, escrita por Diana Gabaldon, transformando a narrativa em um envolvente caso de amor mutuo com os personagens. Outlander deve ao excelente elenco que protagoniza a série, a direção, fotografia e roteirização o seu resultado. E o mercado agradece com o desenvolvimento de vários produtos relacionados a ele. Aqui destacamos velas aromáticas "James Fraser"  que você imagina tenha um aroma almiscarado, com notas terrosas e de ervas. 

Durante toda a narrativa você tem a sensação de que os aromas saltam das linhas do livro. Este é o poder da memória olfativa quando sensibilizada, um poderoso recurso que aos poucos está sendo reconhecido pelo mercado. A primeira vez em que ouvi sobre Marketing Olfativo, através do design de sabonetes Peter Paiva, não imaginava o alcance que este recurso poderia obter como resultado de fidelização e de vendas. O tempo e a pesquisa constante fizeram com que este dado marcasse sua importância, e que estabelecesse seu poder de influência cada vez maior, seja através das novas tecnologias, ou mesmo em segmentos como turismo, moda, perfumaria, decoração, hotelaria, ou como poderoso recurso para ambientes hospitalares ou de trabalho.


Bon voyage !





sábado, 22 de outubro de 2011

House & Gift Fair

Para quem está sempre antenado em feiras e exposições de negócios sobre Aromas, vem aí a 45ª House & Gift Fair , de 25 a 28 de Agosto de 2012.A House & Gift Fair é a maior feira profissional e dirigida de artigos para casa e decoração da América Latina.São mais de 1300 empresas expositoras, entre fabricantes, importadores e distribuidores, que apresentam moda, novidades e tendências.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Brasil vira líder mundial em perfumes.

SÃO PAULO - O Brasil foi alçado à condição de maior mercado para perfumes no mundo em 2010, superando os Estados Unidos, segundo dados da consultoria Euromonitor. Enquanto o faturamento com a venda de fragrâncias em território americano permaneceu na casa de US$ 5,3 bilhões no ano passado, as receitas no Brasil subiram de US$ 4,5 bilhões, em 2009, para US$ 6 bilhões, em 2010 - uma alta de 33%.

Há, porém, uma distorção nos números da consultoria: além do crescimento do mercado nacional, eles são influenciados pela valorização do real, que favorece o Brasil na comparação com outros mercados, feita em dólar.

sábado, 23 de outubro de 2010

Confundindo o sentido do olfato.


Quando o excesso de aromas interfere na resposta emocional do consumidor, o resultado é o conflito entre a reação de repulsa à marca ou o transtorno que causa ao ambiente com a super exposição. A analise do que esta ação pode causar está muito bem alinhavada nesta matéria.

domingo, 29 de agosto de 2010

Reserva Natural – Elegância aliada às belezas naturais






O setor de moda é um dos mais volumosos em números de empresas no país, e suas ações de caráter sócio ambiental podem gerar uma mudança significativa na preservação do meio ambiente.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Customizando Aromas – Você já pensou qual é o aroma de sua marca?

A customização cria uma identidade, um estilo,em função disso o marketing da imagem tornou-se importante no mercado de consumo de massa.O aroma faz parte desse diferencial.Leia a matéria na intergra no site Valor Luxury lab.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Fisgado pelo nariz

A fragrância pode ser o fator determinante quando você compra um produto cosmético. Isso acontece porque o olfato tem conexão direta com o processamento de emoções e o armazenamento de memórias, ou seja, uma fragrância pode fazer você torcer o nariz ou trazer-lhe lembranças de ocasiões especiais e sentimentos calorosos. Por isso, a indústria de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos (HPPC) investe no marketing olfativo, aumentando o vínculo entre a marca e o consumidor final

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Agregando valor ao sentido do olfato


"Martin Lindstrom nos mostra como somos capazes de criar comerciais e
jingles espetaculares que juntos adquirem influência; mas a inclusão de outros
sentidos tem efeito multiplicador".
(http://www.gervastock.com.br/brand_design_experience.pdf).

Esta nova ferramenta do marketing vem agregando um novo sentido à fidelização de marcas e produtos. O Mkt Olfativo é um novo segmento que vem atraindo empresas de diversos setores e aprimorando a forma de chegar ao consumidor final e criar vinculo com publico interno e stakeholders. A busca pelo aprimoramento e fidelização da marca ou produto junto ao mercado não se limita ao consumidor, deve-se criar um ele de convicção e aceitação junto ao mercado como um todo. O publico internos é tão importante quanto o consumidor final. Ele veste a camisa da empresa quando acredita no que faz.

Pode ser utilizado em três frentes inicialmente, mas a busca por novas tecnologias estará com certeza ampliando este campo de ação trazendo experiências interativas cada vez mais reais. No ponto de venda, na mídia impressa e no segmento institucional ele já atua criando um vinculo de quase exclusividade com o consumidor.Imaginemos este campo de ação ampliado para outras áreas como cinema, teatro, transporte e aqui não estamos falando do cheiro de carro novo, mas de identidade própria de cada segmento, dando personalidade a cada um passando a experiência de contato ao campo interativo que agrega valor a ação.

Estamos longe ainda de uma ação deste tipo, não por incapacidade tecnológica, mas por ainda entendermos o consumo como uma troca de dar e receber em benefícios monetários. Ou seja, eu produzo e você consome, você paga e eu retribuo com algo que você quer. Quando entendermos que a ação de interagir com o objeto do desejo passa por uma profunda identificação emocional e o olfato é, dos cinco sentidos, o mais atuante, talvez mudemos nossa forma de levar essa mensagem de benefícios proporcionados por uma marca ou produto.

Por que são tão marcantes as lembranças da infância? Por que todos a certa altura da vida quer ter a casa de campo, ou praia, resgatar memórias de um tempo em que tudo esteve perfeitamente equilibrado e em harmonia com nossas referencias? O cheiro nos remete a um profundo estado de introspecção se formos levados a este exercício.
Querer algo passa por nosso filtro de avaliação temporal e pode nos influenciar no hoje, em escolhas de itens pelos quais temos necessidade ou preferência.

Somente criar aromas identificados com lembranças prazerosas não satisfaz o individuo que busca um diferencial no objeto desejado. É preciso que ele venha associado à idéia de valores que ele identifica no objeto e não apenas por ser mais um na longa busca pelos consumidores de massa. Empresas observadoras já se inteiraram desta idéia e estão buscando este diferencial para "individualizar" a idéia de cliente preferencial, dando a sensação de que ele- Consumidor - é único e aquela ação foi dirigida exclusivamente para ele.

o Marketing Olfativo tem por si um caráter subliminar, esta noção não pode ser negada e deve ser entendida com responsabilidade. Atuamos com lembranças consciente ou inconsciente, trazemos a tona memórias boas ou ruins, fazemos um brainstorm rápido de situações guardadas, algumas a sete chaves. Por esta razão não devemos subestimar a capacidade de interação desta nova ferramenta. Podemos fazer deste novo recurso um poderoso aliado na harmonização e equilíbrio dos sentidos, levando não só o desejo do "ter" ao nível da satisfação pessoal, mas tornando a ação benéfica para um numero cada vez maior de indivíduos.

Fonte: Cybele Fiorotti

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Sabonete de iPhone com perfume de cerveja?


Comentamos no blog anterior sobre imagens e sensações voltados para o aspecto semiótico dos objetos carregados de significados. Aqui outro exemplo prático usando aromas, fazendo a identificação com um publico especifico e criando um novo atributo a este nicho de mercado - sabonetes artesanais.

A empresa norte-americana,Two Eggplants Company,lançou barras de sabão em formato de gadgets com fragâncias inusitadas, ampliando seu mercado para conquistar os geeks. No portifólio, barras de sabão reproduzem modelos de iPhone, iPod, Blackberry, tocadores de mp3. Neste caso houve a associação do aroma com uma identidade já conhecida.

O interessante em acompanhar esta estratégia é avaliar se realmente a marca do sabonete será lembrada pelo aroma, já que usa o nome da mídia como referência.A reportagem da Revista Época Negócios cita: "As barras de sabão têm o tamanho real dos aparelhos e reproduzem totalmente o seu design. As fragrâncias são escolhidas pelo cliente, que pode optar essências de bebidas (cerveja, pina colada, mojito, coca-cola, café com leite), de doces (nutella, creme brullè) ou as mais tradicionais, como as de frutas.Pelo menos o site vai ser acessado:http://www.twoeggplants.com .

terça-feira, 11 de agosto de 2009

A PUBLICIDADE ESTIMULANDO SENTIDOS



A Folha de São Paulo é pioneira nesta tecnica e desde 1993 é possível adicionar perfumes à tinta de impressão. No entanto, a publicidade tem usado este recurso de forma criativa em vários ambientes. Quando falamos de imagens e sensações estamos
nos voltando para o aspecto semiótico dos objetos carregados de significados. Imagine imprimir a sensação de ver e sentir pelo olfato o desejo de algo. Este recurso foi usado em um busdoor perfumado,"em 5 pontos de ônibus no centro de São Francisco, utiliza uma tecnologia chamada MagniScent®, que exala aromas (neste caso, de cookies) via adesivos infundidos com óleo perfumado, colados dentro do quadro de anúncio e na parte inferior dos assentos.Enquanto anúncios perfumados já têm sido usados em revistas diversas, esta é supostamente a primeira vez que este tipo de diferencial é usado para um anúncio ao ar livre."(Naomi Covacs)


Fonte: Cybele Fiorotti
Fonte: blah.agenciaginga.com

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Aroma na loja incentiva o consumismo -

Varejistas buscam fixar sua marca e causar bem-estar nos clientes através do marketing olfativo.
Por Raquel Rezende

Eluza Muller, da Planetta: "Além de aromatizar a loja e causar bem-estar aos clientes, vendo em média 200 unidades por mês do aromatizador"Causar sensação de bem-estar e incentivar o consumo através do cheiro faz com que algumas lojas personalizem uma fragrância para marcar seu ponto-de-venda. Essa ferramenta de marketing, já usada há algum tempo nos Estados Unidos e Europa, conquistou o mercado brasileiro e cada vez mais desperta interesse de lojistas catarinenses que buscam um diferencial para agregar valor aos produtos.

De acordo com Cláudia Tarragô, com formação em química e especializada em aromas há 10 anos, o olfato é o principal dos cinco sentidos e o cheiro vai direto para a memória olfativa. "Podemos guardar cerca de 10 mil aromas. E nesse contexto, a memória olfativa tem o poder de atrair o cliente e mantê-lo na loja sem ele saber o porquê", explica. A química cita o case de marketing olfativo da Nike. "A Nike montou duas lojas, em uma delas havia aroma e na outra não, e foi comprovado que a loja aromatizada vendeu mais que a outra", afirma.

A profissional era a responsável química da fábrica Hanauer Laboratórios, em Porto Alegre (RS), e mudou-se para Florianópolis para abrir com o marido a empresa Aromas do Sul, que desenvolve cheiros para estabelecimentos comerciais. A empresa começou com aromatizadores para farmácias de manipulação. Foi dessa forma que Eluza Branco Muller, proprietária das lojas Planetta, localizada em Florianópolis (SC), conheceu o trabalho de Cláudia e pediu para ela elaborar um aroma frutal. "Já na primeira vez que senti a essência, gostei e achei que combinou com a loja", afirma Eluza.

Fonte: http://www.aemflo-cdlsj.org.br/index.php?option=content&task=view&id=1456

Marketing Olfativo - Cases

Normalmente quando se contrata uma empresa especializada em aromatização a pergunta é: “A aromatização fará com que o consumidor compre mais o meu produto?”.
Bem, vamos entender um pouco mais sobre o uso de aromatizantes como estratégia de marketing. Que pode ser usado tanto em lojas de sapatos e roupas, como em lojas de produtos alimentícios. Veremos a forma que é usado em cada uma delas e qual o retorno esperado.
Cada segmento possui uma peculiaridade específica e por isso, em cada tipo de loja é adotada uma estratégia diferente. No caso das lojas de roupas e calçados, o ambiente aromatizado não vai fazer com que o consumidor compre mais, contudo existem outras formas de conseguir lucros com a aromatização. A primeira coisa a ser feita é escolher a
fragrância certa para o local, sempre tendo como foco o público-alvo da loja. Como ela agradará ao cliente, ele sentirá um maior prazer em permanecer na loja, ficando na mesma mais tempo do que realmente passou em um ponto de venda não perfumado que, fenômeno chamado de “Spatio-Temporal”. Assim, o vendedor da loja pode realizar o seu trabalho com maior precisão e tempo, tendo como resultado o aumento do ticket médio da loja.
Existem outras formas de usar o marketing olfativo em lojas de roupas e calçado e as grandes marcas perceberam isso, investindo no desenvolvimento de um logo olfativo para suas lojas. Com isso, além do cliente permanecer mais tempo no local, é criado um vínculo com a marca. Assim, toda vez que a marca fizer um evento e aromatizá-lo, entregar uma mala direta aromatizada, entre outras coisas, o cliente vai associar a fragrância à marca.
Também temos casos em que o cliente usa a fragrância para criar uma atmosfera única, que é somada à decoração da loja. Observando os casos citados, notamos que o marketing olfativo tem uma forte contribuição para a valorização da marca, um grande apelo emocional, além de auxiliar os vendedores na hora de executarem suas vendas. Agora conto como o marketing olfativo pode influenciar diretamente no aumento das vendas de determinados produtos. São dois os casos mais comuns onde o uso de uma fragrância aumenta as vendas de um produto: quando trabalhamos com produtos alimentícios e quando usamos uma fragrância como demonstração de um perfume.

Fonte: http://blogdacasaumc.wordpress.com/2009/04/20/marketing-olfativo/

segunda-feira, 29 de junho de 2009

CERVEJAS EUROPEIAS E SEUS AROMAS

TRAQUAIR

Envelhecida em barril de carvalho por uma semana, elaborada sem adjuntos e conservantes. Liquorosa, bem equilibrada. Amadeirada, adocicada, com aroma de malte tostado, toffee, ameixa, rum e um final chocolate. Bière de Garde, envelhece na garrafa.Consumir a 10ºC

THOMAS HARDY''S ALE
Homenageia os 40 anos da morte de Thomas Hardy e traz um trecho de seu livro The Trumpet Major (1880). Cor cobre brilhante com pouca espuma. Aroma frutado de cereja. Licorosa, lupulada, com notas frutadas e de caramelo. Envelhece por 25 anos. Safrada e numerada.Consumir a 13ºC

WESTMALLE DUBBEL
Cerveja de cor âmbar, malte aromático, equilibrado pela levedura belga. Cremosa, tem sua segunda fermentação na própria garrafa.Consumir entre 8º e 10ºC

ROCHEFORT 8
Considerada uma das melhores cervejas do mundo. Coloração acobreada, espuma fina, porém, firme. Perfume de cacau torrado e de figo. Encorpada. Sabor inicialmente picante, com final de chocolate.Consumir entre 12º e 14ºC

ROCHEFORT 10
De coloração acobreada escura, é licorosa e caramelada. Ligeiramente picante, tem notas frutadas de passas, cacau, banana e malte. Possui alto teor alcoólico, mas é suave na boca e fácil de beber. Consumir entre 12º e 14ºC

WATERLOO DOUBLE
Malte tostado e aroma de caramelo, com notas apimentadas e de frutas secas. Cerveja suave com forte caráter. Tonalidade amarronzada. Consumir a 8º C

CHIMAY TRIPLE
Produzida sob a supervisão dos monges trapistas. Suave, ricamente maltada, com sabores de pimenta, canela e gengibre.Consumir entre 6º e 12ºC

CHIMAY BLUE
Forte e encorpada. Aroma de levedo, com toque floral. Perfeita com cordeiro, queijos faixa azul ou um bom charuto. Coloração acobreada e espuma cremosa, sugerindo sutil aroma de pêssego. Sua segunda fermentação é feita na garrafa.Consumir entre 10º e 12ºC

CHIMAY GRANDE RÉSERVE
Sabor de porto e sândalo. Levemente apimentada, com noz moscada. No final, leve tostado e amargor. Boa companheira para um charuto ou para um queijo Roquefort.
Consumir entre 10º e 12ºC

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Aroma Marketing

Getting beyond the coffee, bread and chocolate paradigms.


Veja a matéria completa: http://www.hartman-group.com/hartbeat/aroma-marketing
Fonte:http://www.hartman-group.com

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Does Your Marketing Smell?


What does your marketing program smell like? If you have difficulty answering that question, you need to get up to speed on the powerful impact that’s possible by activating your customers’ olfactory nerves. (Web-only marketers won’t have to worry about this yet, but retail marketers and even those who use print media, direct mail, and the like can read on.) We started thinking about this topic while perusing Emotional Branding by Marc Gobe. This book was published in 2001 - before neuromarketing had become a buzzword - but has plenty of insight into brand strategies that tap into the subconscious. When it comes to smells, Gobe thinks every brand should have one. He points out the success of firms who incorporate scent into their branding approach to build a deeper emotional bond with the consumer. Thomas Pink, a London-based shirt seller, scents its stores with “line-dried linen.” Even individual spaces, like sections of a department store or individual displays, may get a scent boost.

Gerald Zaltman, in How Customers Think, notes that, “Olfactory and other sensory cues are hardwired into the brain’s limbic system, the seat of emotion, and stimulate vivid recollections.” Once a scent is embedded in an individual’s brain, even visual cues can cause it to be resurrected and even “experienced,” according to Zaltman: “A TV commercial showing a person savoring the aroma of freshly brewed coffee can trigger these same olfactory sensations in viewers.” Zaltman sees scents as serving in several ways. The can be “memory markers” that help a person recall familiar brands more than unfamiliar ones. They can also change the way we process information; a lemon aroma, for example, can make us more alert. Zaltman speculates that scents of that type could be helpful when introducing a new product.

The Proust Effect. The relationship between sensory stimulation and memory was immortalized by the French novelist Marcel Proust, who described a memoir-long flood of memories being triggered by the sensation of a madeleine dunked in tea. At another point, a bathroom smell brings back another set of recollections. Martin Lindstrom, author of Brand Sense, is an enthusiastic advocate of incorporating the sense of smell into as many aspects of a firm’s marketing as possible. He notes that a study showed that 80% of men and 90% of women reported having vivid, emotion-triggering memories evoked by odor.

In our book review, we described Rolls Royce’s attempt to duplicate the unique aroma of a 1965 Silver Cloud and how they install this smell on the undersides of the car’s seats. Lindstrom ranked firms for excellence in sensory branding, and the top-ranked firm was Singapore Airlines. This relatively small airline has consistently led customer preference surveys, and Lindstrom thinks that is due in part to their consistent sensory branding efforts. They actually had a custom fragrance developed and use it in areas of customer contact. When customers encounter the slightly exotic fragrance, it should evoke memories of past (good) experiences involving the airline.

Scents can affect perception in other ways, too. Lindstrom describes an experiment in which two pairs of identical Nike shoes were evaluated by consumers, one in a room with a floral scent and one with no scent. Fully 84% of the subjects evaluated the sneakers in the scented room as superior.

Bad Smells. All sensory experiences aren’t positive. Lindstrom recounts the results of a sensory survey of U.S. McDonalds customers that found that a third of them thought that the restaurants smelled like stale oil. 42% of British McDonalds customers thought the same, and both groups indicated that this smell diminished their enjoyment of the food. The survey found that other customers liked the smell, and that it made their mouths water. Nevertheless, in the smell category, Burger King consistently outperformed McDonalds. It’s interesting that while usually bad smells are situational and fleeting - scorched coffee, burned food, a rest room that needs attention - in the case of McDonalds, the consistency of the stale oil smell had reached the point of becoming a brand association.

Olfactory Marketing
There are several ways marketers can use the sense of smell to reach customers. The first, and perhaps most significant, is branding. The keys to olfactory branding are consistency and uniqueness. No doubt one reason for Singapore Airline’s sensory branding success is that they developed a unique scent, and then used it consistently for many years. Regular flyers learned what the airline smelled like; more importantly, they unconsciously associated this scent with the rest of the Singapore Airlines experience - lovely attendants, impeccable service, and so on. A brand’s scent need not come out of a spray can - Barnes & Noble has a fairly consistent scent that included crisp new books and Starbucks coffee brewing.

Olfactory product marketing is a bit more straightforward but is still important. In today’s supermarkets, is there any doubt that more rotisserie chickens are sold because of the enticing aroma of roasting chicken that wafts around that area of the store? In that same environment, though, there may be many other aroma marketing techniques in use, either intentionally or not. The coffee section may have a grinder that lets the coffee bean aroma out as it crushes the beans. The cheese department may place samples out where the can tempt both the palate and the nose. Non-food items can benefit from aromas, too - think linen scents in a bedding store, leather scents in clothing and furniture environments, etc.

In any retail setting, controlling the olfactory environment is important. People will associate smells with the store and products. Do you want to be known for stale oil or something else unpleasant? Don’t forget the Nike shoe study in which a pleasant smell entirely unrelated to the product (floral scents and running shoes seem quite disconnected) dramatically increased consumer preference.

Olfactory Dangers. In scents, a little goes a long way. We’ve probably all had the experience of sitting near an olfactorily-challenged septuagenarian who applied a more shots of perfume than were necessary, and it’s not a pleasant experience. Similarly, a fresh-smelling hotel room is a plus; one that seems to have been doused with gallons of air freshener is not only unpleasant, but it begs the question, “What are they covering up?” Some individuals are quite sensitive to fragrances, and may find strong scents very disturbing. In Got Smell? Ads Target Customer Noses, we reported on the abortive effort to sell milk by placing cookie-scented ads in bus shelters. The ads lasted only a day before city authorities forced their removal. The official reason was the objection of the “environmental illness community.”

Scents should be subtle and appropriate to their environment. The smell of fresh-baked chocolate chip cookies would be wonderful in a bakery or coffee shop; in an outdoor bus shelter, the same aroma is rather suspect. Consumers’ brains will process that same information differently. In the bakery, that smell is processed as “real,” while in the bus shelter it’s pegged as “artificial.” Another location-dependent example would be “musty books” - the smell of old paper, dust, and foxed pages would be quite awful for Barnes & Noble or Borders, but might be just the thing to get book collectors and academics salivating at an antiquarian book store.

Summary
Think smell. Check out your products and selling environments, both by direct observation and customer queries. Chances are you have one or more “default” smells, even if you are doing nothing - determine if your default smell is something to build on or something to eliminate. Consider a branding strategy that includes aroma - that may not be appropriate for every situation, but think outside the box. Follow through into both the product and customer contact environment - what do these smell like now, and can they be improved in appeal and/or consistency? Finally, never overdo any kind of scent-based marketing - the customer backlash will outweigh any benefits.

Posted by Roger Dooley under Neuromarketing
http://www.neurosciencemarketing.com

segunda-feira, 11 de maio de 2009

IDENTIDADE OLFATIVA / MEMÓRIA OLFATIVA

Em 2002,a Cidade das Ciências e da Indústria de La Villete, em Paris, organizou uma exposição multimídia e sensorial no qual o visitante se torna o próprio agente da mostra.
Através de uma experiência sensorial o visitante passava por um teste que media a importância da memória olfativa e gustativa, confrontando as experiências pessoais aos últimos progressos científicos. O que antes era considerado apenas uma imaginação literária “Síndrome de Proust” *, é hoje, cientificamente comprovado: o olfato intervém de forma significativa na memória autobiográfica; a memória olfativa seria, inclusive o último estágio de proteção da memória.
O visitante tem a oportunidade de entender como seu cérebro estrutura seu pensamento, sua memória e sua identidade. É remetido ao “patrimônio cerebral”, ou seja, levá-lo a evidenciar as relações entre o cérebro e o contexto sensorial afetivo e cultural.
Sabemos hoje que as empresas massificam suas campanhas publicitárias, nos principais meios de comunicação, explorando apenas os sentidos da visão e audição (TV, Rádio, Jornais, Revistas, Outdoor's, Internet, etc.); como também apelam para a publicidade visual nos pontos-de-venda (Cartazes, Banner's, etc.). Porém, o olfato é o sentido mais sensível que possuímos,e o menos explorado pelo marketing.

Visando suprir esta lacuna, americanos e europeus – no final da década de 80 - preocuparam-se em dar mais atenção ao olfato de seus clientes em seus planejamentos de marketing. Passaram a incorporar aos seus produtos aromas agradáveis que pudessem tocar a sensibilidade do consumidor. Visto o êxito alcançado com tal campanha, passaram a adotar - em meados da década de 90 - esta estratégia de aromatização aos ambientes do ponto-de-venda, vinculando produtos e imagem da empresa ao aroma presente no local. Assim surgiu o que chamamos de Marketing Olfativo.

Ainda a muito que se desenvolver e aprimorar no Marketing Olfativo. Porém, algumas poucas empresas especializadas já deram o ponta-pé inicial e hoje conseguem realizar ótimos trabalhos de inovação e diferenciação para seus clientes. Nota-se que no Brasil o Marketing Olfativo está em franca expansão; já na Europa e EUA, se caracteriza como uma tendência varejista, onde dificilmente encontramos um comércio que não possua um sistema de aromatização em suas dependências.

Hoje, o Marketing está na era do relacionamento, e a palavra-chave é personalização. As grandes redes de lojas de cosméticos americanas e européias utilizam no interior de suas lojas aparelhos capazes de transmitir aos clientes transeuntes as fragrâncias de seus produtos, atraindo-os assim pelo olfato para o interior da loja. Os sistemas de aromatização de ambientes também são muito utilizados em feiras e eventos, geralmente em lançamentos de novas linhas de produtos.
A tendência mundial, nos próximos anos, é que todos os ramos de negócios adotem esta ferramenta de Marketing. Trata-se de uma inovação barata que, além de valorizar e personalizar a marca, cria um diferencial na empresa.
Fonte: Cybele Fiorotti