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terça-feira, 13 de setembro de 2016

O detergente que usa aroma de galáxia!

Mas, o que é um cheiro de galáxia? Interessante! Este é o mais novo conceito de sabão-em-pó.  O conceito de Deep-Sky, que pode oferecer novos produtos sazonais, ou edições limitadas para o outono e inverno, introduzindo fragrâncias inusitadas e conquistar clientes. Em tempos de alta tecnologia, e intensas buscas pelo cosmos através de sondas e telescópios como o Hubble, a ideia abre novos rumos para o marketing olfativo.


Fonte: Bellff

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Marketing Multisensorial . Como cativar os consumidores com experiências multisensorial

Em vez de sobrecarregar os consumidores com mais dados, muitas empresas estão oferecendo experiências multissensoriais aos seus clientes em um esforço para promover conexões emocionais orgânicos com a sua marca. A rapidez da informação e os apelos diários ao consumo tem afastado o consumidor das retóricas repetitivas , e das falsas promessas que não agregam valor aos seus anseios. Trazer uma experiência na qual o participante, que é o seu cliente, define a linha de ação na qual ele quer participar transformou o mercado publicitário. A rejeição a experiências enganosas, com falsos apelos de realidade tem sido rejeitada com ajuda, e avanços significativos, através das redes sociais e demais dispositivos midiáticos Nesta matéria alguns exemplos que estão com resultados positivos, e que agregam os cinco sentidos à experiência: paladar, visão, olfato, audição e tato.

O consumidor do século XXI é exigente e voltado para uma nova consciência que reúne suas necessidade pessoais ao equilíbrio e respeito ao meio ambiente, e a valores que parecia estar em desuso. O mercado dos sentidos ganhou uma fatia significativa nestas ultimas décadas. É preciso olhar com responsabilidade para este novo cliente, e focar em um planejamento de curto, médio e longo prazo de olho no melhor resultado individual e coletivamente.

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Fonte: Event Marketer

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Pepsi inventa um sistema de aroma delivery

Vamos ver se eu entendi! Você compra uma Pepsi, e quando abre a tampa ela exala um aroma que o remete a alguma lembrança, ou a ligar o cheiro à marca? Que coisa! Seria uma maneira de mascarar os odores quimicos das embalagens de plástico? Uma possibilidade. Pois esta é a novidade que provavelmente chegue ao mercado.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Conceito EcoFriendly, Aroma e Reserva Natural.

Ano passado fizemos uma matéria sobre a empresa de moda Reserva Natural e o uso dos aromas em suas confecções e linhas de produto para uso pessoal. A repercussão foi muito boa diante da leveza das peças e  visão conceitual inserida no corporativo da empresa – a parceria equilibrada com o meio ambiente. O principio ecofriendly conceituado na marca Reserva Natural, com seu aroma exclusivo, tem este principio. Conversamos com Fernando Marcondes, responsável pela área de marketing da empresa e buscamos entender mais sobre este conceito ligado à marca.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

A busca por uma identidade olfativa ideal.

Tema deste mês para o site Valor Luxury Lab fala sobre aos recursos dentro do marketing olfativo que as empresas estão buscando para potencializar uma marca/produto sem perder a identidade , nem a consciência do seu papel  em relação a sustentabilidade e meio ambente.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Marketing Sensorial

A utilização de cheiros em ambientes de varejo não é algo novo, mas seu estudo e
personalização o são. Algumas lojas trabalham com a comercialização de suas fragrâncias. Aromas esporádicos, antes utilizados nas lojas, deram lugar as fragrâncias feitas especialmente para cada estabelecimento, de acordo com suas características físicas, com o público e especialmente com o objetivo principal da loja: vender. Alguns aromas são utilizados para determinação do comportamento do cliente dentro da loja, outros para criar uma maior identificação com a marca e ainda os que agregam valor e diferencial à loja.  “Imagine a sensação de respirar fundo ao caminhar por um campo florido. Mentalize que está passeando em um pomar ensolarado. Recorde-se das deliciosas fragrâncias. Lembre-se do delicioso perfume de um café recém feito.  Que tal experimentar essa sensação ao entrar em sua loja, empresa ou evento? O marketing olfativo já vem sendo utilizado em países do mercado europeu, nos EUA e em alguns países asiáticos como o Japão e Coréia. Estas regiões foram precursoras de estudos e pesquisas com fragrâncias e registraram resultados surpreendentes, o que incentivou a sua utilização como recurso de atração e fidelização de público”.

Uma fragrância chama positivamente a atenção, causa uma boa impressão ao local, reforça os atributos de um produto ou marca, dá uma assinatura olfativa a um empreendimento, a uma etiqueta ou a uma marca, cria uma atmosfera olfativa em conjunto com as cores, sons, texturas, etc.  A fragrância sendo bem escolhida e trabalhada de forma específica pode transformar a experiência de compra em um momento inesquecível, porque:  O olfato aparece como sendo o sentido mais fortemente manipulável, os odores se fixam no cérebro humano de forma extremamente duradoura. Eles são armazenados no nível do sistema límbico, sob a forma de emoções ligadas ao contexto no qual marcaram o sujeito. Se sentir novamente estes odores, a pessoa revive aquilo que vivenciou anteriormente. (Duchos apud Schmidt (2000:42), em recente pesquisa sobre marketing olfativo).

Além de proporcionar uma lembrança imediata do momento vivido, uma boa composição olfativa é capaz de atrair a atenção do cliente, podendo aumentar o tráfego no estabelecimento, a velocidade de visitação, o tempo de permanência dentro da loja, despertar a fome e até a libido. Com a comunicação olfativa é possível devolver ao consumidor cheiros que ele deixou se sentir seja por causa da poluição ambiental ou da adoção de embalagens a vácuo.
(Eduardo Caritá. http://empresas.globo.com/Empresasenegocios).

Diferentemente do que supõe a maioria, a aplicação das novas tecnologias olfativas não se restringe à indústria alimentícia ou cosmética. As montadoras de automóveis há tempos encomendam “cheiros de carro novo” que atendam às expectativas de seus consumidores. “Na Europa, o que agrada é basicamente a mistura de couro e tinta. Já no Brasil é a combinação de vinil, plástico e borracha. Cada vez mais a indústria, o varejo e os prestadores de serviço estão buscando um aroma próprio para fixar a imagem”. (fonte: Kátia Simões, http://empresas.globo.com/Empresasenegocios).

O marketing olfativo difere de outros que também utilizam os sentidos por suas características únicas e peculiares. Uma de suas grandes importâncias e contribuições seja a permanência de seu impacto no consumidor (uma pessoa pode vivenciar até 10.000 cheiros diferentes e lembrar-se da maioria deles) e a mudança no comportamento que poderá causar determinado pelo cheiro (alguns aromas têm um efeito tranqüilizador e também agitador). E essas características olfativas proporcionam um domínio de ações dos consumidores, podendo influenciar em sua permanência na loja, sua percepção da loja e o impacto em suas lembranças, tornando-a positiva na maioria das vezes.

A propaganda já descobriu o marketing olfativo há algum tempo. No Natal de 2001, a Bauducco espalhou o aroma de panetone em 32 salas de cinema de São Paulo, enquanto imagens do produto eram exibidas no telão, antes de o filme começar. Nos supermercados, a preocupação inicial era diminuir o incômodo cheiro de peixe. Depois, passaram a colocar aromas, como os de cravo e baunilha, que deixassem o cliente com fome durante as compras.
(MAÍRATERMERO,http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG62085-6014,00.html)

Nada é mais eficiente para engatilhar uma emoção que o olfato. É só ter contato com um odor que lembre alguma coisa boa, que não tem erro: a emoção volta, causando felicidade. Segundo pesquisas recentes, esse poder dos odores pode ser usado para deixar os consumidores mais vorazes, e os comerciantes mais ricos. O psicólogo Eric Spangenberg e sua equipe, da Universidade de Washington, fizeram um estudo sobre isso numa loja de roupas. Eles impregnaram o ar de lá com um cheiro “feminino”, de baunilha, e a venda de saias, blusinhas e vestido dobrou. Depois fizeram a mesma coisa usando um odor “macho”, amadeirado. E o que duplicou foi a venda de roupas masculinas. Em outra experiência da Universidade de Nova Jersey, espalharam um cheiro cítrico “prazeroso”, segundo os pesquisadores, num shopping canadense. E foram conversar com as pessoas enquanto elas faziam suas compras. Então dividiram os entrevistados em dois grupos: o dos “contemplativos”, que só vão ao shopping para comprar algo que já tinham planejado, e os “impulsivos”. Neste ultimo grupo, o odor não surtiu efeito. Mas no dos contemplativos foi bem diferente: eles gastaram 14% a mais em comparação com os que não tinham sido expostos ao perfume. E a coisa vai mais longe. Um estudo da Universidade de Zurique, na Suíça, mostrou que as pessoas tendem a confiar cegamente nas outras quando inalam um hormônio chamado ocitocina (liberado durante o orgasmo).
 
Fonte: Revista Super Interessante - artigo Poção da Gastança, edição 238, pag. 41. Abril 2007