Procuramos sempre por uma
linha de equilíbrio neste novo nicho de mercado de aromatização que vem avançando no Brasil. A aromatização já
mostrou ser um recurso eficaz e útil nos
ambientes hospitalares, clínicas, salas de reuniões, e ambientes onde existe
uma grande concentração de público, e um excelente resultado de marketing
quando bem planejado. A diferença no
resultado positivo desta ação está no uso de óleos essenciais. Conversamos com Lonnie Kuenzli, CEO, AURA Scenting, sobre o tema.
Rede sobre Marketing Olfativo e Identidade Olfativa. Reúne informação e busca ampliar a discussão sobre o tema. Olfactory Marketing Network and olfactory identity. Gathers information and seeks to expand the discussion on the topic.
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segunda-feira, 9 de março de 2015
Por que incentivar o uso de óleo essenciais em aromatização de ambientes?
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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Aromaterapia e Natal
Mais dicas sobre esta época do ano especial. O sentido do Natal vem do congraçamento entre as pessoas que nesta época buscam o melhor de sua humanidade. Vivemos hoje em tempos onde os extremos parecem cada vez mais próximos crescendo a necessidade de ambientes onde a paz e a harmonia se façam presentes. Os óleos essenciais tem esta propriedade de nós fazer sentir através dos aromas a sensação de equilíbrio, alegria e prazer. Independente de como comemoramos a data, o mais importante é o sentimento que aflora e que podemos intensificar direcionando para todo o planeta. Afinal, o mundo precisa de paz, a natureza precisa de paz, os homens precisam acreditar que é possível um mundo melhor.
Neste texto do blog Aromaflora, publicado pela Terapia dos Aromas, nos dá dicas para enfrentarmos as diversas situações com o apoio dos óleos essenciais. Ótimas dicas por sinal!
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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Segurança em primeiro lugar
O assunto é delicado não pelo tema, mas pelo grau de exigência que propõe ao mercado de consumo, e seus fabricantes, como um todo. O ser humano nos dias atuais conhece os risco que produtos industrializados podem trazer à sua saúde em geral. Exigem mudança. Exigem leis que os proteja da liberalidade dada as empresas que continuam com uma visão oportunista. O planeta chegou a tal nível de saturação e contaminação de suas fontes e solos, que nada mais resta senão exigir-se um alto grau de segurança e responsabilidade daqueles que cuidam de itens ligados às necessidades humanas, ou seja, alimentar, vestir, cuidar.
Vamos falar dos itens ligados à cosmetologia e higiene pessoal, nossa área de destaque aqui no blog. A matéria publicada na Revista H&C News "Segurança em primeiro lugar" demonstra que o assunto está sendo observado, e melhores soluções pesquisadas. O vídeo sobre a História dos Cosméticos é mais direto, e mostra o risco que mesmo aqueles produtos com classificação "natural", nem sempre traduzem o enunciado.
Aroma Essencial.
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quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Seminário Penny Price
Leia em nossa página "Eventos/Livros/Arte" sobre o seminário realizado dia 26 e 27/10, por Penny Price, sobre Aromaterapia Clínica. Um tema da medicina complementar que vem solidificar a importãncia do uso dos óleos essenciais para uma melhor qualidade de vida, saúde e bem-estar.
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Um cheiro de amor , de felicidade , de saúde, de calor, de prosperidade, de harmonia e fé!
As tradições fazem parte do histórico da humanidade, preservar raízes que nos unem como um só povo é um sonho que começa a se desenhar no horizonte das possibilidades. Vivemos em um solo peculiar e de uma diversidade estonteante, temos uma vitrine de imagens , cheiros e sons que nos convidam à Vida.
Esta é nossa mensagem para todos. Ver com o coração e sentir com os olhos, nos faz saber que somos parte de uma grande jornada que vale a pena trilhar e preservar. Faça do momento a união de todas as vontades e intenções, para que juntos possamos visualizar sempre um mundo melhor.
Um dia de festas aromáticas para todos!
Cybele Fiorotti
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Concepção Moda: uma visão avançada para o uso dos aromas
Estamos sempre buscando novos conceitos e usos dos aromas, pois o campo é vasto e tem atingido segmentos desde tecnologicos, corporativos, a eventos conceituais e publicitários. A moda é um desses segmentos que já adota o aroma como diferencial de marca, mas e se você soubesse de uma moda projetada para a saúde e bem-estar das pessoas, literalmente. O video que postamos traz uma ousada visão desta concepção. Os visionários sempre estão à frente de seu tempo e o que hoje pode ser apenas uma ideia improvável, amanhã já é uma realidade. O autor da página, Jenny Tillotson, traz outros videos interessantes. Entenda a motivação que o levou a desenvolver o trabalho, e como boas idéias são precoces ao seu tempo. Confira!
sábado, 4 de julho de 2009
Explorar os sentidos...
A importância do relaxamento nas atividades físicas
No suplemento da revista Veja número 39 página 8, a seção Mistérios da Cidade, apresentou uma interessante reportagem sobre a esteira com cheirinho, denominada uma esteira ergométrica para “explorar os sentidos” e, assim, deixar as corridas menos monótonas, despertando o olfato: seu sistema de ventilação exala aroma de laranja, calmante, sedativo, anti-coagulante e indicado para dores musculares e eliminação das toxinas, apropriado para a situação da atividade física.
Sinal dos tempos, mas não foi sempre assim. A atividade física, desde a Grécia antiga, preconiza a relação do homem com o desenvolvimento da saúde e bem-estar, porém, não com a ênfase dada atualmente. Para um indivíduo ser saudável através da atividade física é necessário que seja assistido por um ou mais profissionais que reúnam ótimas condições para tal, envolvendo conhecimentos nas áreas da pedagógica, técnica, fisiológica e psicológica.
Podemos afirmar que o indivíduo alcança os seus objetivos na atividade física quando é bem preparado em todas as áreas; isto quer dizer que somente o gesto mecânico – a técnica do exercício; a intensidade, exercícios fracos, moderados e fortes; o volume, quantidade de exercícios ou o relaxamento, realizado após os esforços, não significam que o individuo será saudável, mas a relação entre as diversas áreas é que fará com que alcancem a saúde desejada. Indivíduos param ou desistem da atividade física pois não se conscientizaram da importância, demonstrando que não estavam psicologicamente preparados e com objetivos em desenvolver a sua saúde. Em outras palavras, estavam preocupados na execução dos exercícios e não da importância deles.
Dentre as diversas áreas desenvolvidas atualmente, uma delas a psicologia,tem crescido e vem sendo estudada e por especialistas da área, psicólogos do exercício, massoterapeutas e aromaterapeutas. A tendência tem sido acompanhada, mesmo que timidamente, pelos profissionais da atividade física e também pelos fabricantes das máquinas, como demonstra a matéria publicada.
A psicologia do exercício preconiza o estudo científico de pessoas e seus comportamentos em atividades físicas e a aplicação prática desse conhecimento. Os profissionais que trabalham com a psicologia do exercício tem em mente objetivos de entender como a participação em exercícios afeta o desenvolvimento psicológico, a saúde e o bem-estar de uma pessoa. Realizam esse estudo fazendo as seguintes perguntas: Correr reduz a ansiedade e depressão? A participação diária na prática da atividade física melhora a auto-estima? A prática da atividade física relaxa e é anti-estressante?
O “cheirinho” em questão utilizado nas esteiras responde a última pergunta. Segundo estudos da psicóloga e aromaterapeuta Samia Maluf, os aromas são importantes para buscar e revigorar as energias.
O olfato é o menos compreendido dos nossos sentidos. Isso resulta, em parte do fato de que o sentido do olfato é um fenômeno subjetivo, que não pode ser estudado com facilidade nos seres humanos, mesmo assim estudos relacionando as células olfatórias e o sistema nervoso tem demonstrado a importância dos aromas na atividade física. O problema reside no fato que a mesma célula olfatória selecionadora do aroma agradável, poderá estimular também o aroma desagradável. E a questão é: será que os profissionais da área da atividade física, aqueles que controlam o gesto esportivo, o volume e a intensidade dos exercícios, estão preparados e conhecem as células olfatórias?
Prof. William Urizzi de Lima
Professor de Educação Física
Psicólogo Clínico
Fonte: http://www.clickspa.com.br/artigos_importancia.htm
No suplemento da revista Veja número 39 página 8, a seção Mistérios da Cidade, apresentou uma interessante reportagem sobre a esteira com cheirinho, denominada uma esteira ergométrica para “explorar os sentidos” e, assim, deixar as corridas menos monótonas, despertando o olfato: seu sistema de ventilação exala aroma de laranja, calmante, sedativo, anti-coagulante e indicado para dores musculares e eliminação das toxinas, apropriado para a situação da atividade física.
Sinal dos tempos, mas não foi sempre assim. A atividade física, desde a Grécia antiga, preconiza a relação do homem com o desenvolvimento da saúde e bem-estar, porém, não com a ênfase dada atualmente. Para um indivíduo ser saudável através da atividade física é necessário que seja assistido por um ou mais profissionais que reúnam ótimas condições para tal, envolvendo conhecimentos nas áreas da pedagógica, técnica, fisiológica e psicológica.
Podemos afirmar que o indivíduo alcança os seus objetivos na atividade física quando é bem preparado em todas as áreas; isto quer dizer que somente o gesto mecânico – a técnica do exercício; a intensidade, exercícios fracos, moderados e fortes; o volume, quantidade de exercícios ou o relaxamento, realizado após os esforços, não significam que o individuo será saudável, mas a relação entre as diversas áreas é que fará com que alcancem a saúde desejada. Indivíduos param ou desistem da atividade física pois não se conscientizaram da importância, demonstrando que não estavam psicologicamente preparados e com objetivos em desenvolver a sua saúde. Em outras palavras, estavam preocupados na execução dos exercícios e não da importância deles.
Dentre as diversas áreas desenvolvidas atualmente, uma delas a psicologia,tem crescido e vem sendo estudada e por especialistas da área, psicólogos do exercício, massoterapeutas e aromaterapeutas. A tendência tem sido acompanhada, mesmo que timidamente, pelos profissionais da atividade física e também pelos fabricantes das máquinas, como demonstra a matéria publicada.
A psicologia do exercício preconiza o estudo científico de pessoas e seus comportamentos em atividades físicas e a aplicação prática desse conhecimento. Os profissionais que trabalham com a psicologia do exercício tem em mente objetivos de entender como a participação em exercícios afeta o desenvolvimento psicológico, a saúde e o bem-estar de uma pessoa. Realizam esse estudo fazendo as seguintes perguntas: Correr reduz a ansiedade e depressão? A participação diária na prática da atividade física melhora a auto-estima? A prática da atividade física relaxa e é anti-estressante?
O “cheirinho” em questão utilizado nas esteiras responde a última pergunta. Segundo estudos da psicóloga e aromaterapeuta Samia Maluf, os aromas são importantes para buscar e revigorar as energias.
O olfato é o menos compreendido dos nossos sentidos. Isso resulta, em parte do fato de que o sentido do olfato é um fenômeno subjetivo, que não pode ser estudado com facilidade nos seres humanos, mesmo assim estudos relacionando as células olfatórias e o sistema nervoso tem demonstrado a importância dos aromas na atividade física. O problema reside no fato que a mesma célula olfatória selecionadora do aroma agradável, poderá estimular também o aroma desagradável. E a questão é: será que os profissionais da área da atividade física, aqueles que controlam o gesto esportivo, o volume e a intensidade dos exercícios, estão preparados e conhecem as células olfatórias?
Prof. William Urizzi de Lima
Professor de Educação Física
Psicólogo Clínico
Fonte: http://www.clickspa.com.br/artigos_importancia.htm
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terça-feira, 21 de abril de 2009
Aromaterapia x O grande perigo do marketing olfativo
Marketing olfativo x Saúde
Um exemplo extremamente fácil e visível é o cheiro do “lança perfume” que tem um odor fresquinho e agradável e que até algumas décadas era utilizado, de forma inocente, por adultos e crianças nas brincadeiras de carnaval. Hoje, sabemos que esse produto é altamente tóxico, entorpecente e causa danos ao sistema nervoso.
É de extrema importância a composição do inalante e não apenas a qualidade do aroma provocado pela resultante de alguns compostos químicos.
A grande preocupação está, realmente, na utilização de alguns compostos que, apesar do odor agradável, são altamente cancerígenos, teratogênicos, neurotóxicos, etc.
Em aromaterapia, uma das grandes terapias que compões as chamadas “Terapias Complementares” esses aspectos são amplamente estudados, não apenas na forma sensorial, mas, principalmente da forma reacional, isto é, ao sentir um determinado aroma a pessoa está reagindo há um estímulo químico através do órgão responsável que é o olfato. Esse estímulo é percebido por meio de uma cadeia de reações que ocorrem desde o local de contato do elemento químico até a resposta final que se dá no cérebro. Por exemplo, composto volatilizado é inalado, entra em contato com a mucosa nasal e provoca uma reação química local liberando mediadores que irão fornecer uma informação específica relativa a aquele determinado composto. Esse mediador liberado irá estimular determinados pontos específicos do cérebro provocando a reação, ou seja, a percepção daquele determinado estímulo (essa percepção também é dada pela liberação de outros moderadores – exemplo, com um “cheirinho” de comida podemos começar a sentir a formação de saliva que nada mais é do que uma enzima digestiva). Independente da sensação, ou seja, do tipo de aroma sentido, a reação química que ocorre entre o inalante e a mucosa e os mediadores formados podem ser nocivos à saúde como no caso de determinados compostos químicos a base de hidrocarbonetos aromáticos (nomenclatura utilizada em química orgânica) tem em sua composição os anéis benzênicos, compostos considerados de alto teor cancerígeno. A utilização desses compostos em misturas “perfumadas” comprometem extremamente a saúde física daqueles que inalam essa mistura.
Esse é apenas um pequeno exemplo que vem elucidar nossa grande preocupação com esse assunto.
Em contrapartida a essa preocupação com a utilização inadequada de aromas (compostos químicos) por leigos, temos a satisfação de poder sentir aromas extremamente agradáveis, elaborados de forma a obter sinergias altamente positivas e que, na maioria vezes, trazem, além do bem estar emocional, um bem estar físico, isto é, auxiliam na restauração e na preservação da saúde.
Esses aromas são aqueles preparados por aromaterapeutas profissionais, capacitados, que utilizam elementos como óleos essenciais puros para obter, de forma consciente, o aroma específico e a reação específica.
DA MESMA FORMA QUE É PRECISO SABER O QUE SE COMPRA, O QUE SE COME, O QUE SE BEBE, É PRECISO SABER O QUE SE RESPIRA...
É PRECISO ENTENDER A ARTE DOS AROMAS..........
Célia Wada
Um exemplo extremamente fácil e visível é o cheiro do “lança perfume” que tem um odor fresquinho e agradável e que até algumas décadas era utilizado, de forma inocente, por adultos e crianças nas brincadeiras de carnaval. Hoje, sabemos que esse produto é altamente tóxico, entorpecente e causa danos ao sistema nervoso.
É de extrema importância a composição do inalante e não apenas a qualidade do aroma provocado pela resultante de alguns compostos químicos.
A grande preocupação está, realmente, na utilização de alguns compostos que, apesar do odor agradável, são altamente cancerígenos, teratogênicos, neurotóxicos, etc.
Em aromaterapia, uma das grandes terapias que compões as chamadas “Terapias Complementares” esses aspectos são amplamente estudados, não apenas na forma sensorial, mas, principalmente da forma reacional, isto é, ao sentir um determinado aroma a pessoa está reagindo há um estímulo químico através do órgão responsável que é o olfato. Esse estímulo é percebido por meio de uma cadeia de reações que ocorrem desde o local de contato do elemento químico até a resposta final que se dá no cérebro. Por exemplo, composto volatilizado é inalado, entra em contato com a mucosa nasal e provoca uma reação química local liberando mediadores que irão fornecer uma informação específica relativa a aquele determinado composto. Esse mediador liberado irá estimular determinados pontos específicos do cérebro provocando a reação, ou seja, a percepção daquele determinado estímulo (essa percepção também é dada pela liberação de outros moderadores – exemplo, com um “cheirinho” de comida podemos começar a sentir a formação de saliva que nada mais é do que uma enzima digestiva). Independente da sensação, ou seja, do tipo de aroma sentido, a reação química que ocorre entre o inalante e a mucosa e os mediadores formados podem ser nocivos à saúde como no caso de determinados compostos químicos a base de hidrocarbonetos aromáticos (nomenclatura utilizada em química orgânica) tem em sua composição os anéis benzênicos, compostos considerados de alto teor cancerígeno. A utilização desses compostos em misturas “perfumadas” comprometem extremamente a saúde física daqueles que inalam essa mistura.
Esse é apenas um pequeno exemplo que vem elucidar nossa grande preocupação com esse assunto.
Em contrapartida a essa preocupação com a utilização inadequada de aromas (compostos químicos) por leigos, temos a satisfação de poder sentir aromas extremamente agradáveis, elaborados de forma a obter sinergias altamente positivas e que, na maioria vezes, trazem, além do bem estar emocional, um bem estar físico, isto é, auxiliam na restauração e na preservação da saúde.
Esses aromas são aqueles preparados por aromaterapeutas profissionais, capacitados, que utilizam elementos como óleos essenciais puros para obter, de forma consciente, o aroma específico e a reação específica.
DA MESMA FORMA QUE É PRECISO SABER O QUE SE COMPRA, O QUE SE COME, O QUE SE BEBE, É PRECISO SABER O QUE SE RESPIRA...
É PRECISO ENTENDER A ARTE DOS AROMAS..........
Célia Wada
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