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quinta-feira, 24 de abril de 2014

Armani Code


Escolher uma identidade para um produto é sempre um risco calculado, principalmente quando a marca investe em pessoas, personalidades. A famosa frase  " falem mal, mas falem de mim", não tem a mesma conotação nos dias de hoje. Daí a busca por um perfil que dê o tom, a sugestão ou impressão do que está no imaginário coletivo.

A escolha de Chris Pine para a marca Armani Code leva a crer que a estratégia foi baseada na definição de "intensidade", pois é isto que este ator passa nas suas interpretações. Intensidade, carisma e um magnetismo natural não passam despercebidos;  além de uma imagem forte que inspira confiança. Independente da vida pessoal, o ator  é mais complexo que a pessoa Chris Pine. Uma escolha realmente acertada, e fortemente identificada com a marca.

Aroma Essencial

sábado, 4 de dezembro de 2010


" O olfato é um sentido que assimila o silêncio. Ele capta a situação e a incorpora sem palavras, parecendo intuição. Por isso, o Natal se configurou de modo especial para mim. O cheiro característico da época

toma os meus pulmões e me direciona imediatamente a um espaço sagrado, um refúgio que proporciona a renovação de minhas esperanças. Sou fortalecido pelo cheiro que transforma em oração. Sou envolvido
por nuvens voláteis que confirmam a minha passagem pela vida"

(por Pedro Paulo Monteiro em O Cheiro de Natal no livro A Mente e o Significado da Vida.)

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Identidade olfativa - tendência mundial

Assim como uma identidade visual inovadora pode servir de diferencial para uma empresa, a identidade olfativa começa a ganhar espaço definitivo no processo de construção de marca. Especialistas em tendências de branding identificaram, no ano passado, que o segmento de identidade olfativa cresceria rapidamente, atingindo todo o mundo, e a previsão se realizou.

O olfato é um dos sentidos que, quando estimulado, resulta numa experiência altamente emocional. Como parte do user experience, ou seja, a forma como o usuário/consumidor vivencia a marca e a relação emocional que se constrói a partir dessas experiências, uma identidade olfativa bem construída pode render relacionamentos duradouros com consumidores, e atrair consumidores em potencial porque, por exemplo, aquela loja de chocolates tem o mesmo cheirinho da cozinha da sua avó…

A criação de identidades olfativas é comum a algum tempo se considerarmos os perfumes criados para marcas famosas como Carolina Herrera, Dolce &Gabanna e Channel (não, essas marcas glamorosas não criam suas próprias fragrâncias… isso fica a cargo de empresas como a Firmenich). A novidade que se espalhou pelo branding mundial é a inclusão de perfumes tão distintos quanto esses de “grife” nos sistemas de air care de diversos tipos de pontos de venda, desde lojas de tênis até de roupa de cama. Que Glade que nada, o diferencial da marca moderna é ter seu próprio cheiro. A interação visual-olfativa nos pontos de venda resulta em uma experiência sinestésica, emocional e marcante para o consumidor.

Essa tendência já é bem notável no Brasil. A difusão de sistemas de air care, tanto em ambientes residenciais quanto comerciais, promoveu uma evolução no mercado de cheiros e hoje já é comum passear em um shopping center e se deliciar com alguns aromas distintos. A loja de tênis Vírus, que revende a marca Converse All Star, criou uma atmosfera tranquila e energizada com um aroma de baunilha e ar-condicionado refrescante, o qual se repete em todas as suas lojas. Esse é apenas uma de uma série de marcas brasileiras que aderiram à identidade olfativa. Para conhecer outros exemplos basta andar por centros comerciais de olhos e narizes bem abertos.

Mas será que, assim como a carga de informação visual é, muitas vezes, demais para nossos olhos absorverem e nossos cérebros processarem, os cheirinhos de muitas marcas não vão dar um nó no nosso nariz?

É esperar para ver, digo, cheirar.

Fonte: http://linhasesuperficies.wordpress.com
Chris Pearson
Março 18, 2008

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Identidade olfativa - tendência mundial


Assim como uma identidade visual inovadora pode servir de diferencial para uma empresa, a identidade ofaltiva começa a ganhar espaço definitivo no processo de construção de marca. Especialistas em tendências de branding identificaram, no ano passado, que o segmento de identidade ofaltiva cresceria rapidamente, atingindo todo o mundo, e a previsão se realizou.

O olfato é um dos sentidos que, quando estimulado, resulta numa experiência altamente emocional. Como parte do user experience, ou seja, a forma como o ususário/consumidor vivencia a marca e a relação emocional que se constrói a partir dessas experiências, uma identidade olfativa bem construída pode render relacionamentos duradouros com consumidores e atrair consumidores em potencial porque, por exemplo, aquela loja de chocolates tem o mesmo cheirinho da cozinha da sua vó…

A criação de identidades olfativas é comum a algum tempo se considerarmos os perfumes criados para marcas famosas como Carolina Herrera, Dolce & Gabanna e Channel (não, essas marcas glamourosas não criam suas próprias fragrâncias… isso fica a cargo de empresas como a Firmenich). A novidade que se espalhou pelo branding mundial é a inclusão de perfumes tão distintos quanto esses de “grife” nos sistemas de air care de diversos tipos de pontos de venda, desde lojas de tênis até de roupa de cama. Que Glade que nada, o diferencial da marca moderna é ter seu próprio cheiro. A interação visual-olfativa nos pontos de venda resulta em uma experiência sinestésica, emocional e marcante para o consumidor.

Essa tendência já é bem notável no Brasil. A difusão de sistemas de air care, tanto em ambientes residenciais quanto comerciais, promoveu uma evolução no mercado de cheiros e hoje já é comum passear em um shopping center e se deliciar com alguns aromas distintos. A loja de tênis Virus, que revende a marca Converse All Star, criou uma atmosfera tranqüila e energizada com um aroma de baunilha e ar-condicionado refrescante, o qual se repete em todas as suas lojas. Esse é apenas uma de uma série de marcas brasileiras que aderiram à identidade olfativa. Para conhecer outros exemplos basta andar por centros comerciais de olhos e narizes bem abertos.

Mas será que, assim como a carga de informação visual é, muitas vezes, demais para nossos olhos absorverem e nossos cérebros processarem, os cheirinhos de muitas marcas não vão dar um nó no nosso nariz?

É esperar para ver, digo, cheirar.

Fonte:http://linhasesuperficies.wordpress.com/
Março 18, 2008

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Identidade / Memória Olfativa

Nosso computador pessoal (cérebro) registra informações desde o útero. Sabemos que os registros podem ser buscados a qualquer momento,bastando um gatilho de ordem emocional ou mesmo físico para que a lembrança aflore.

Falar de memória olfativa poderia nos remeter em uma fração de segundos ao útero materno, primeiro aconchego de impressões sensoriais do ser humano em estado de matéria. As pesquisas comprovam que o bebe reconhece sua mãe pelo cheiro e que o padrão do sistema límbico, responsável pela memória, sentimentos, reações instintivas e reflexos, gera arquivos de memória que nos acompanham pela vida afora.

Tudo isso recebemos através do mais primitivo dos sentidos,o olfato, que está diretamente ligado aos mecanismos fisiológicos que regem as emoções. Todo este processo tem um caminho certo: o aroma passa pela narina e atinge o sistema límbico.

Este conjunto complexo de mecanismos nos remete à lembranças que, no caso dos aromas, marcam momentos em nossas vidas. Algumas pessoas têm uma memória olfativa mais aguçada que outras. O cérebro armazena informação e para pessoas com este grau de percepção as lembranças vêem com a riqueza de detalhes da experiência vivida.

Os vários cheiros têm muito a nos dizer, tanto de forma positiva quanto negativa. Este processo nos leva a ressuscitar lembranças que podem destravar processos bloqueados. Estamos falando aqui sobre indivíduos e o que este processo pode operar nele. Em um grupo maior os efeitos podem ser muito positivos e este é o segmento que a Identidade Olfativa procura como diferencial. Nosso cérebro conhece nossas experiências e podemos compará-lo ao hardware que armazena programas complexos em informação e sensação.