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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Marketing Experimental - Métodos e estratégias do Marketing Olfativo

O consumidor deixou de ser o mero cliente para se transformar em parceiro quando interage com a marca ou produto desejado. O impulso não é mais sua estratégia, e pesquisa, interatividade, percepções pessoais, entre outros, passaram a ser considerados e analisados antes da aquisição de um bem ou serviço. A neurociência trouxe estudos valiosos nesta área, e a mais recente neuroeconomia traz os contornos mercadológicos deste novo olhar sobre o consumidor do século XXI.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Marketing Emocional x Marketing Olfativo

Temos chamado a atenção em outros artigos aqui no blog,  para o uso irrestrito do marketing olfativo como ferramenta para atrair e fidelizar clientes, sem um estudo previo e responsável sobre esta ferramenta. É um ótimo recurso, sim é. No entanto, lidamos com uma área do cerebro humano que nos remete a sensações e reações emocionais e fisicas diante do recurso usado. É mais uma matéria de alerta para que a utilização dos aromas esteja caminhando junto com as pesquisas da neurociência e não simplesmente pela voracidade do mercado. O ideal é estar sempre atento às pesquisas e novos dados sobre o assunto.Vamos atualizar esta ferramenta do Marketing, com a leitura de livros com o objetivo de ampliar a discussão. Citamos alguns:  Le Marketing Olfactif - Sorbonne, lançado em 1999; Marketing Interativo -Jean-Marc Lehu; BRANDSENSE -Martin Lindstrom (realizamos uma ótima entrevista com ele para o blog); AROMAS E EMOÇÕES - Shirley Price.

Aromas e Marcas


Por que o aroma de um creme solar lembra as férias? Por que o cheiro da fumaça da lenha queimada lembra uma imagem de inverno em família? Até há pouco tempo, ninguém parava para pensar nessas perguntas, e as empresas não tinham se dado conta do efeito que produz um aroma agradável na experiência do cliente. A maior parte das empresas baseia sua identidade corporativa na imagem (no logotipo, no patrocínio ou no mobiliário dos estabelecimentos) e no som (o fundo musical das lojas ou a melodia de um anúncio da televisão). Contudo, a emoção que evoca um odor pode ser decisiva na hora da compra e é possível identificá-lo com os valores que a marca pretende transmitir. Pode inclusive servir para melhorar a produtividade e as condições de trabalho de uma empresa.